'Nunca tive acusação sobre uso indevido de dinheiro público', reafirma a presidente

Mentira! Quando militante da VAR-PALMARES você esteve na Casa de Câmbio que até hoje funciona no térreo do Hotel Copacabana Palace trocando dólares roubados do Cofre do Ademar.Esse era dinheiro público, pois fora roubado da administração de São Paulo pelo então governador Ademar de Barros,.
Azamba

Complementando a história para que a mentira da presidente fique evidente vamos contar o caso do roubo do cofre do governador de Barros
Fonte ; A Verdade Sufocada – A história que a esquerda não quer que o Brasil Conheça – 10ª edição- Pág 245 a 247
Autor Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra
Adaptação de Maria Joseita Brilhante Ustra

Gustavo Buarque Schiller, o “Bicho”, era um secundarista da Guanabara que havia participado das agitações estudantis em 1968 e era ligado ao COLINA. De família rica, morava em Santa Tereza, RJ, próximo à casa de sua tia Anna Benchimol Capriglione, conhecida como sendo a “amante do Adhemar”, ex-governador de São Paulo. Ao saber que no casarão de sua tia havia um cofre com milhões de dólares, levou esses dados à organização. Essas informações foram suficientes. Para conseguir recursos para executar essa ação, a organização fez, em 11 de julho, um assalto à Agência Muda, do Banco Aliança. O assalto rendeu pouco e os militantes ainda foram perseguidos pela polícia. Na fuga, Darcy Rodrigues assassinou a tiros o motorista de táxi Cidelino Palmeira do Nascimento.

 

Na tarde de 18 de julho de 1969, 13 militantes da recém-criada VAR-Palmares - uma associação entre a Colina e a VPR -, invadiram a residência de Ana Capriglione. Um grupo colocou os moradores e empregados confinados em um quarto no térreo. Outro grupo subiu para o segundo andar e, por uma janela, amarrado por cordas, desceram o cofre que pesava 200 quilos. Colocaram-no em uma Rural Willys e fugiram em seguida.

Foi o maior assalto feito por qualquer organização terrorista no Brasil. A féria foi excelente, inimaginável: dois milhões e meio de dólares.

O destino dos dólares é discutido até hoje. Fala-se em compra de armas, distribuição entre as regionais da VAR-Palmares, pequenas cotas aos militantes para sobrevivência e até na remessa de um milhão de dólares para a Argélia. Fala-se, também, em contas na Suíça. Ao certo, jamais houve uma contabilidade dessa fortuna.

Participaram desse assalto: comandante Juarez Guimarães de Brito (Juvenal); Wellington Moreira Diniz (Lampião); José Araújo Nóbrega (Alberto); Jesus Paredes Sotto (Mário); João Marques de Aguiar (Braga); João Domingos da Silva (Elias); Flávio Roberto de Souza (Marques); Carlos Minck Baumfeld (Orlando); Darcy Rodrigues (Sílvio); Sônia Eliane Lafoz (Mariana); Reinaldo José de Melo (Maurício); Paulo César de Azevedo Ribeiro (Ronaldo); e Tânia Manganelli (Simone).

Vejam os companheiros de Dilma – ladrões , assassinos -, ela, além de ajudar na infra-estrutura de assaltos a banco, planejou o que seria o maior golpe da luta armada - o roubo do cofre de Adhemar de Barros.

Na sua posse como chefe da Casa Civil, no governo Lula, foi chamada por José Dirceu de “camarada de armas”.

Estes grupos, ligados às organizações subversivo-terroristas, praticaram por anos, e se aperfeiçoaram para que quando chegassem ao poder, essas expropriações fossem executadas com maestria – o que o povo está conhecendo hoje.

Alguns dos que estão envolvidos nesses grandes escândalos, como “Petrolhão”, “Lava-Jato” e outros que ainda virão à tona, eram membros dessas organizações subversivo-terroristas que tentavam e ainda tentam implantar uma ditadura do proletariado.

 

Segundo reportagem da revista Piauí de abril de 2009:

 

“Nem Dilma nem Araujo participaram da ação, mas ambos estiveram envolvidos na sua preparação.”

 

Franklin Paixão de Araújo, ex-marido de Dilma, afirma que foi ele que levou, de Porto Alegre, o metalúrgico Delci Fensterseifer para abrir o cofre com maçarico.

Ainda segundo a revista Piauí:

 

“Carlos Franklin Paixão de Araújo, deu um depoimento no DOPs de SP onde declarou que ficou em seu poder com 1.2 milhão de dólares, dividido ‘em três malas de 400mil dólares cada uma’ e que o dinheiro ficou cerca de uma semana, ‘em um apartamento à rua Saldanha Marinho, onde também morava Dilma Vana Rousseff Linhares’. Araújo não quis comentar o depoimento ao Dops. E nem outros, como um de Espinosa, que fala em 720 mil dólares terem ficado com a organização, ou um outro militante, que chega à soma de 972 mil dólares.”

 

Sobre o destino da fortuna jamais se chegou a nenhuma conclusão e Araújo declara na mesma reportagem da Revista Piauí:

 

“É impossivel chegar a uma conclusão sobre isso que não tem mais importância nenhuma.”

 

Continuando a reportagem a revista transcreve o seguinte:

 

“Num dos inquéritos é dito que Dilma Rousseff ‘manipula grandes quantias da VAR-Palmares. É antiga militante de esquemas subversivo-terroristas. Outrossim, através do seu interrogatório verifica-se ser uma das molas mestras e um dos cérebros dos esquemas revolucionários postos em prática pelas esquerdas radicais.’ (..)”

 

O que é crível, pois, Dilma, segundo depoimentos, era encarregada da parte financeira da nova organização, juntamente com seu marido Franklin Paixão de Araújo - “Max” -, ambos pertencentes ao Comando Nacional.

O destino desse dinheiro é um mistério. Nenhum dos envolvidos na ação, direta ou indiretamente, comenta, muito claramente, como foi gasta essa fortuna.

O destino dado ao dinheiro nunca foi devidamente esclarecido, perdido nos obscuros meandros da cobiça humana sobrepondo-se à ideologia.

Juarez e Wellington Moreira Diniz deixaram todo o dinheiro num “aparelho” na Rua Oricá, 768, em Braz de Pina/RJ, guardado por Luiz Carlos Rezende Rodrigues e Edson Lourival Reis Menezes. Após alguns dias, Juarez foi buscar o dinheiro e determinou que esses dois militantes viajassem para a Argélia. Édson foi, em 12 de agosto, a fim de comprar armas e Luiz Carlos, para fazer um curso de guerrilha.

Cerca de 300 mil dólares foram colocados em circulação, sabendo-se que muitos militantes receberam 800 dólares para emergência. Os dirigentes passaram a viver sem dificuldades financeiras. Inês Etienne Romeu recebeu 300 mil dólares. Cerca de 1,2 milhões foram distribuídos pelas regionais, para aquisição de armas, “aparelhos” e carros, além da implementação das possíveis áreas de treinamento de guerrilha.

No final de setembro 1969, Maria do Carmo Brito entregou ao Embaixador da Argélia no Brasil, Hafif Keramane, a quantia de um milhão de dólares. As ligações do Embaixador Keramane com o COLINA, através de Juarez e Maria do Carmo Brito, iniciaram-se em 1968, tendo o diplomata argelino auxiliado essa organização na aquisição de armas e na preparação de viagens de militantes para fazer curso na Argélia. Um deles foi Chizuo Osava, “Mário Japa”, em novembro de 1969.

Com os dólares, com as armas e com os militante preparados, a VAR-Palmares nascia grande e prometia tornar-se a maior das organizações subversivas brasileiras.

Os conflitos ideológicos entre seus integrantes, originados de uma fusão que nunca desceu da cúpula dirigente às bases, acabariam por dividi-la e enfraquecê-la.”

 

PS: Quanto a Etienne Romeu, citada na matéria “ Roubo do cofre de Adhemar”, que que foi agraciada com o prêmio Faz a Diferença 2015 veja no link

http://eventos.oglobo.globo.com/faz-diferenca/2015/vencedores/categoria-pais-ines-etienne-romeu-in-memoriam/

brevemente contaremos sua história.

 

Fontes:

- Projeto Orvil - Tentativas de Tomada do Poder - organizadores: Ten Cel Lício Maciel - Ten José Conegundes do Nascimento

Comentários  

0 #2 Dalton Catunda Rocha 25-01-2016 17:13
No livro "1984" de George Orwell(1903 – 1950) tem escrito: "O passado depende do futuro."
E por falar em passado, não custa lembrar da morte de Edison Luis, em 1968, ocorrido em 1968 no restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro. O crime que a esquerda atribuiu à ditadura, aos militares ou à polícia, foi praticado pelo finado marxista Antônio Carlos Faria Pinto Peixoto. Ver site http://www.amazon.com/review/R2ZOY14BU58TB3/ref=cm_cr_dp_cmt?ie=UTF8&ASIN=8586662577&channel=detail-glance&nodeID=283155&store=books#wasThisHelpful
0 #1 LER.CALAMANDREI 25-01-2016 08:22
A cassação é urgente, para se reescrever a história (...)
Colocar os agentes de Estado daquela época, em seu devido lugar é urgente: no altar dos heróis! - assim, os honestos terão vez! - Revogar todas essas mentiras da CNV e falsos heróis criados pelos petistas/ comunistas é fator moral - colocando-se o Brasil nos trilhos, divulgando-se as verdades a todos os brasileiros - levando-se à cadeia os maiores criminosos do país de todos os tempos (...)

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