Caros amigos e amigas,
General Bda R1 Rocha Paiva
Pretendo mandar uma série de mensagens com respostas a interpelações de esquerdistas quanto ao regime militar, luta armada, anistia e Comissão (da Omissão) da Verdade, fruto de vários debates e entrevistas em que participei 
Às vezes estamos diante de interlocutores que ou são esquerdistas revanchistas ou inocentes úteis que seguem o que eles dizem sem conhecer a história e não os questionam.
A seguir vai uma resposta a um dos argumentos que eles costumam apresentar.
1. A luta armada foi implantada para derrubar a ditadura e restabelecer a democracia.
Resposta.
 
A LUTA ARMADA foi um conflito violento entre o Estado e grupos revolucionários armados, foras-da-lei, que queriam implantar uma ditadura comunista no Brasil. Os governos militares defenderam as instituições, a lei e a ordem, com apoio da nação, e sua intenção sempre foi a redemocratização.
O que dizem um ex-militante da esquerda socialista (1) e o ícone da luta armada (2): 
(1) Paulo R. de Almeida (sociólogo e diplomata) - blog “Diplomatizzando”: “Queríamos um regime à la cubana, embora alguns preferissem o modelo maoista. Pretendíamos um regime revolucionário, que começaria fuzilando burgueses e latifundiários. Essa conversa de democracia é para não ficar muito mal no julgamento da história. Eles não têm o direito de deformar a história ou mentir”
(2) Carlos Marighela (ALN), no seu Manual do Guerrilheiro Urbano: “O guerrilheiro urbano tem que se fazer mais agressivo e violento, girando em torno de sabotagem, assaltos, terrorismo, sequestros e execuções”. 
A HIPOCRISIA DA ESQUERDA REVOLUCIONÁRIA é que ela queria se tornar governo e cometia as mesmas violências de que acusava o governo que a combatia. A ideologia da luta armada era a da URSS e da China, responsáveis pelas maiores violações aos DH. Se tomasse o poder cometeria as mesmas violações.
Gen Bda R1 Rocha Paiva

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