NÃO PODEMOS E NÃO VAMOS ESQUECER O 31 DE MARÇO DE 1964(Continuação 24)
Por ALUÍSIO Madruga de Moura e Souza
         Já citamos uma série enorme de realizações da Contrarrevolução de 1964. Mas acreditamos que talvez tenha sido na área da educação que os governos daquele período tenham dado  sua maior contribuição. Em 1964 eram 30 milhões de analfabetos e 10 milhões de semi-analfabetos. E em 1971, eram 16 milhões de semi-analfabetos, ação realizada pelo MOBRAL, solução brasileira que também chamou a atenção do mundo;

- mas o maior avanço na área de educação se deu no ensino superior. Em 1964 eram 60.000 alunos nas faculdades e em 1971 eram 450.000 universitários;

- o setor de siderurgia também teve um grande avanço;

- mas não vamos nos esquecer do projeto Rondon, que foi imediatamente abandonado após a posse dos governantes civis e posteriormente foi reativado. Mas também tivemos a criação do PROTERRA para as regiões Norte e Nordeste; PRODOESTE para a região Centro-Oeste; PROVALE para a região do rio São Francisco e tantos outros programas que impulsionaram o País e o colocaram como a décima economia do mundo. E qual é a posição que a economia brasileira ocupa na atualidade?

         Entendo, que é exatamente por tudo o que até agora foi dito que os eternos detratores da Contrarrevolução, da verdadeira democracia e das Forças Armadas, tudo fazem para que estas informações não sejam do domínio do povo brasileiro e, em particular, dos nossos jovens.

         Procuramos caracterizar que a Contrarrevolução de 1964, ocorreu porque essa era a vontade do povo. Que os governos do período inicialmente não pretendiam, mas que de alguma maneira foram forçados  a permanecerem no Poder, consequência da violência revolucionária empregada pela esquerda brasileira e, ainda,  procuramos caracterizar as ações positivas dos governos contra revolucionários.
 

         Então fica a pergunta. Houve erros e equívocos no respectivo período? Certamente que sim. E quem não erra?

         Porém a Contrarrevolução, amplamente vitoriosa  em vários os sentidos, perdeu, talvez, a guerra mais importante que foi a da comunicação social e, também, a da propaganda.

         É possível que com as transformações ocorridas na Rússia  a partir de 1956, durante o XX Congresso  do PCUS e queda do  muro de Berlim muitos imaginem que o comunismo acabou. Ledo engano. (Continua)

 

 

 

 

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