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Categoria: Luta armada
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Março, o revanchismo e a  Vala do Cemitério de Perus
Por Joseita Brilhante Ustra - 28/02/2018
Desde o início da década de 80 começaram os ataques dos derrotados na luta armada ao regime militar e às Forças Armadas.
Ano após ano, os revanchistas lançam uma “denúncia” ou criam um fato novo, de preferência próximo de datas importantes para as Forças Armadas como o Dia do Soldado, o Dia do Aviador, o Dia do Marinheiro, a Semana da Pátria e os aniversários da Contrarrevolução de 1964 e da Intentona Co­munista de 1935.
Este ano não poderia faltar. Era preciso tentar “quebrar” a credibilidade das Forças Armadas, que, em enquetes, tem sido considerada a Instituição de maior aceitação entre a sociedade  e tirar do foco os inúmeros membros das organizações subversivo-terroristas , apresentados como heróis  , que estão na cadeia ou esperando o desenrolar de processos que esperamos sejam julgados o mais breve possível.

Nesses períodos vão e  voltam requentadas notícias como as falsas fotografias do Herzog; os arquivos “enterrados” na sede do antigo DOI de Brasília; a escavação da Fazenda 31 de Março, em São Paulo; a queima dos arquivos na Base Aérea de Salvador; a vala “clandestina” do Cemitério de Perus; os agentes “arrependidos” que de­nunciam, com inverdades - talvez por vantagens - os Órgãos de Segurança onde trabalharam; e muitos outros fatos. Tudo publicado com estardalhaço e nunca desmentido.
Os crimes que os “arautos da democracia e dos direitos humanos” praticaram nas guerrilhas rural urbana jamais são citados.
No Livro A Verdade Sufocada – a historia que a esquerda não quer que o Brasil conheça , do Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra , o capítulo  A Vala do Cemitério  de Perus é detalhada da página 507  até a pagina 521. Uma história bem diferente do que o Fantástico lançou  no dia 25/02, com estardalhaço.
 No site  pesquise em BUSCA – Perus - e terá mais detalhes.

Interessante que o STM  tem o maior e mais confiável  acervo sobre o combate ao terrorismo, mas eles ignoram e alguns processos são arquivados inclusive em cofres , como a mídia já noticiou, para que o povo não saiba o que “os meninos desarmados” aprontaram.  

Para os membros das organizações que se insurgiram contra o governo os crimes praticados por eles não passaram de “alucinações de chefes que em seus delírios”, viam no Brasil  o início de uma guerra civil que derrubaria o Regime Militar e implantaria uma ditadura do proletariado, o que  tentam conseguir, desde a década de 30 até os dias de hoje .

E assim a história forjada vai sendo contada de gerações para gerações , Ao chegarem ao poder pelo voto tentaram  oficializar a farsa de libertadores e defensores da democracia com a falsa Comissão da Verdade , que acabou desmoralizada.
Para que a Contra Revolução de 1964 seja sempre lembrada à maneira deles, a procuradora Raquel Dodge anunciou que pretende rever a Lei da anistia.
Evidentemente, se seguir em frente com a “brilhante idéia”, a anistia não beneficiará os que  arriscaram a vida enfrentando os terroristas e seus crimes - os assaltos, os sequestros de aviões e de embaixadores,  as emboscadas ,os ataques aos quartéis, a queima de viaturas militares, os assassinatos  e os atentados a bomba.
Continuará  beneficiando com régias pensões vitalícias apenas os “ pobres jovens insurgentes que lutaram pela liberdade ‘... Liberdade de impor um regime comunista ao povo  brasileiro...