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Categoria: Política interna
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ARISTÓTELES DRUMMOND-04/03/2019, 2019
A mais importante notícia destes dois meses de Governo Bolsonaro pode ter sido o anúncio e, espera-se, a execução prioritária do projeto de revitalização e ocupação da Amazônia, abandonada e vilipendiada desde a Constituição de 88, passando pelos governos FHC, Lula, Dilma e Temer, que entregou boa parte da área a tribos indígenas, que exercem atividades suspeitas em função da autonomia dada, e afastando agricultores. FHC apenas levou a estrada à fronteira com a Guiana, sem tratar da continuidade que nos dará acesso ao Caribe.
A série de medidas anunciadas impressiona pela visão do mais alto interesse nacional e recupera projetos de grandes brasileiros, como o General Leônidas Pires Gonçalves, criador do Calha Norte, e o ministro das Minas e Emergia Coronel César Cals, que lutou pela usina de Cotingo, em Roraima, de baixo custo, mas suspensa por ter ficado dentro de uma dessas estranhas reservas indígenas

. Antes, os presidentes Castelo Branco e Costa e Silva haviam criado a Zona Franca de Manaus, hoje representando mais da metade da economia do Estado e que teve como patronos os generais Albuquerque Lima e Walter Pires.

É preciso mesmo acelerar as obras da Cuiabá-Santarém e sua continuação, ação que será redentora da região, acabando com a repetição anual do atoleiro que encarece nossa soja e empobrece os caminhoneiros. Tudo dentro da linha racional e pragmática do pensamento militar. O que existe na região em termos de estradas – algumas criminosamente abandonadas, como a Manaus-Porto Velho, se deve a um militar admirável, o Coronel Mário Andreazza, que foi várias vezes ministro. Portanto, revigorar, com criatividade, a Zona Franca de Manaus e até criar uma especial em Boavista, daria, certamente, maior valor econômico às iniciativas anunciadas.

Alguns dos mais preparados dos brasileiros como o Vice-presidente General Hamilton Mourão e o Ministro e verdadeiro estadista General Augusto Heleno, sabem pensar o Brasil grande, unido , democrático e justo. E o sentimento da prioridade nacional é natural que venha do Presidente Jair Bolsonaro, que surpreende pela visão da realidade e do potencial do Brasil.

Emociona a quem ama o Brasil e quase tinha perdido esperanças de uma retomada de orientação de cunho patriótico nas iniciativas da União, tomar conhecimento e acompanhar este novo Brasil que está surgindo. Novas oportunidades para os jovens, certamente acompanhadas de melhor qualidade no ensino das universidades.

Lamentavelmente, ainda tem gente que estranha a entrega de funções relevantes a militares. Mas estes estão cegos pela ideologia, ressentidos pelos rumos que o povo livremente escolheu para o Brasil.
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