Nos primórdios dos Governos Militares visando organizar a bagunça política, então vigente no Brasil, os Partidos Políticos foram extintos, criando-se duas novas coligações partidárias, denominadas ARENA e MDB. A ARENA era o Partido Político de sustentação do novo regime e o MDB o Partido de oposição. Fácil constatar que durante todos os Governos Militares (exceção de alguns poucos dias, considerando-se a sua duração de vinte e um anos), os Poderes Legislativo e Judiciário funcionaram em sua plenitude. Inúmeros foram os casos de decisões tomadas por esses Poderes que contrariaram os interesses do Poder Executivo.

 
Todos os políticos, intelectuais, jornalistas, artistas, católicos adeptos da teologia da salvação e outros formadores de opinião pública, militantes da chamada esquerda, dos mais diferentes matizes, acusam o período dos Governos Militares como uma ditadura. Segundo o Aurélio, um dos melhores dicionários da língua portuguesa, ditadura. (Do lat. dictadura) S. f. Forma de governo em que todos os poderes se enfeixam nas mãos dum indivíduo, dum grupo, duma assembléia, dum partido, ou duma classe. Constata-se, facilmente, a impropriedade do termo ditadura para designar-se o período dos Governos Militares: havia dois ou mais Partidos Políticos, havia decisões que contrariavam o Poder Executivo, os Presidentes da República foram vários e não somente um. Logo, um erro crasso referir-se a esse período como ditadura. Grosso modo é como chamar-se uma pessoa com certidão de nascimento em nome de João, de Francisco.

Os números, desse período de Governo, são conhecidos: todos muito favoráveis e que demonstram, de forma cabal, a competência desses decisores estratégicos. Podem ser encontrados em vários artigos  e não vamos repeti-los. O que pretendemos enfatizar é que vão ficando claro os atos que os grupos de esquerda, usando dos conhecidos expedientes da mentira, da bravata e da calunia, identificavam como perseguições, torturas e falta de liberdade. 

Ainda, durante os Governos Militares, outros Partidos foram sendo fundados, alguns por transformação, outros por cisões, chegando-se ao seguinte quadro: PFL, PMDB, PSDB, PDT, PTB e PT. A maioria dos Políticos que militaram em movimentos terroristas e contestatórios de diferentes matizes, foi buscando filiações a esses Partidos. Com o término dos Governos Militares, em 1985, outros Partidos foram sendo criados. 

A maioria dos Políticos, atualmente no poder, inclusive o Presidente da República, são oriundos dos movimentos sindicais surgidos na cidade de São Paulo e na Região do ABCD, no Estado de São Paulo. Recentemente, todo esse grupo, foi identificado no plenário da Câmara, pelo ex deputado federal Roberto Jefferson, como ratos magros, ou seja, ladrões de galinhas. Discordamos. O roubo ascende a mais de um bilhão de dólares! São gatos gordos! Não eram Gramscistas são granistas! O interessante é que nenhum deles sabia de nada. O guerrilheiro Geraldo, aliás, José Genoino de nada sabia. É o mesmo que afirmou que foi torturado. Você, prezado leitor, ainda acredita nisso? Esse sujeito é o famoso mentiroso compulsivo! O Presidente Lula não fica atrás: também não sabia que seu filho recebeu cinco milhões de reais, como investimento em uma empresa de fundo de quintal, da qual é um dos proprietários. Também nada sabia a respeito de nada (são tantos os fatos aos quais alegou desconhecimento que se fosse citá-los, deixaria este artigo interminável). No mesmo diapasão caminharam Gushiken, Dirceu vulgo Daniel, Palloci, Delubio, Silvio Pereira vulgo Land Rover e mais o resto de toda a quadrilha. 

O que começa a ficar claro é que já, em 1980, o Governo dos Militares, quando expediu ordens para que todo aquele bando fosse preso, inclusive o atual Presidente da República, já sabia quem eram: ratos magros como disse Roberto Jefferson. Evoluíram: naquela época eram ratos magros, mas com a conivência e o voto de 52 milhões de brasileiros, transformaram-se em gatos gordos! 

Os Governos que se seguiram aos dos Militares como os de Sarney (PMDB) e o de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foram catastróficos, para dizer o mínimo. 

Dessa maneira o que gostaríamos de mostrar ao eleitor é que das Políticas adotadas pelo atual Governo, não existe nenhuma factível, da qual seja lícito se esperar grandes soluções. As idéias são as já conhecidas calcadas em ultrapassados jargões comunistas. Os mesmos que já foram enterrados e abandonados no restante do mundo. 

Entenda que o seu voto é a arma que pode mudar tudo que esta aí. Na pior hipótese, não tenha medo: arrisque. Não volte a cometer os mesmos erros! Acredite: dos atuais mandatários nenhum merece o seu voto. Não os reeleja. Todos são culpados. Por ação ou por omissão. Se for o caso, vamos cometer erros novos! 

Em 29 de outubro de 2006 diga não para a opção mais do mesmo! 

Alckimin na cabeça. Viva o 45. 

jarofran
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