Hoje quero rir pra não chorar.
Ana Maria Ribas Bernadelli - (Repassando)
A recente viagem de Bolsonaro a EUA revelou a face mais sombria da esquerda: a inveja.
Inveja mata. Mata aos poucos, e só por isso vamos ter que esperar muitos anos até que a Nação seja desinfectada dessa praga que invadiu o país.
Não consigo entender a lógica conceitual de quem critica a dispensa de vistos para turistas dos Estados Unidos, Austrália, Canadá e Japão.
O intuito do governo é gerar divisas, incrementar o turismo, dar um “up” à economia do país, e por extensão, aos brasileiros.
-Ah mas foi um processo unilateral, nós não fomos dispensados de visto nesses países.


-Eh mesmo, pessoa burra?
Em qual esfera você vive?
Vai querer comparar?
Não compare não!
Melhor passar batido.
Até ontem, éramos apenas um povo da bacia Sul Americana cujas relações primordiais se resumiam a Bolívia, Venezuela, e Cuba. Argentina e Chile já exibiam outro patamar, espelhados na configuração europeia.

O argentino e o chileno é chique, benhê. Eles escaparam do rótulo de terceiro mundo.
Mas o brasileiro ainda é visto como subproduto do comunismo índio que se instalou nessas plagas sobre a batuta das ditaduras bolivarianas.
Diga-me com quem andas - Evo Morales, Nicolas Maduro, Raul Castro - e te direi quem és.
Depois de 3 meses de governo, Bolsonaro abre as fronteiras para países de primeiro mundo com a visão fantástica de um empreendedor, que só nos trará dividendos, e vocês querem condicionar a medida à reciprocidade?

Ainda não chegamos nesse nível de confiabilidade depois de 14 anos de PT.
E vcs querem que com 3 meses, Bolsonaro realize essa façanha?
Querem mesmo? Pois fiquem querendo!

Para isso precisaríamos mudar a nossa cara nos países de primeiro mundo.
Sinto lhes informar mas temos a cara da indiaiada que habita a América do Sul e a América Central.
Precisamos parar de urinar nos postes, parar de dançar pelados nas ruas, parar de exibir a sexualidade publicamente, parar de invadir propriedades privadas, parar de chamar corrupto de ídolo, parar de soltar bandido dois dias depois que foi preso, parar de ser condescendente com o ilícito, parar de procurar empregos lá fora pq aqui dentro não tem.
Enquanto houverem brasileiros entrando em EUA pela fronteira com o México, vocês querem o quê?


Acham mesmo que dá para comparar o nível socioeconômico e cultural de EUA, Canadá, Japão, e Austrália, com o brasileiro?
Só depois de muita desinfecção.
Até lá, deixem o nosso Presidente mostrar a sua face humilde e generosa de quem sabe que precisamos evoluir muitíssimo, e se espelha nos grandes da terra.
Vai com tudo Presidente!

Vai de botina, e pisa firme, que o Primeiro Mundo te recebeu de braços abertos, e quem sabe, algum dia, essa acolhida se estenderá ao nosso povo.
Depois de muita educação.
Mas antes de chegarmos a esse patamar, aceitemos a unilateralidade que nos beneficia, porque ainda temos muito chão pela justiça frente.

Ana Maria Ribas Bernardelli

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