Prezados Amigos (as) e Camaradas: Embora proibido, aí vai o artigo publicado no O Tempo, hoje, em homenagem a todos os partícipes de 64 e em especial ao Irmão USTRA e tb um alerta qto ao q já  se prenuncia.
Forte braço do Gen Marco Felício
.COMEMORAR, SIM! INTENSAMENTE E SEM RESERVAS !

“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam não se importam, não se manifestam”                                

Gen Marco Antonio Felicio da Silva

Somente os de má fé, hipócritas, ressentidos com viés marxista e ignorantes não reconhecem as razões que nos levam a lembrar o 31 de Março de 1964. Dia em que - “A Nação que se salvou a si mesma” - povo e Forças Armadas (FFAA), deram início à contra-revolução, impedindo os comunistas, de armas na mão, de implantar a ditadura do proletariado no Brasil. A ditadura que levou à morte, nos países em que se instalou, mais de cem milhões de inocentes.

Dentre tais razões, esta última nos obriga, também, a comemorar o 31 de Março. As FFAA venceram o terrorismo, as guerrilhas, urbana e rural, indesejável guerra fratricida, cruel para ambos os lados. Preservaram milhares de vidas, a liberdade e a Democracia. Responderam aos anseios e inquietudes manifestados pela maioria da população, temerosa da tirania comunista.

Ao mesmo tempo, sob os governos militares, o País floresceu. Roberto Marinho, Diretor e Redator Chefe do O GLOBO, em 7/10/1984, vinte anos após, escreve: “Participamos da revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais..........ameaçados pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada. ...... Sem povo, não haveria revolução, mas apenas um “ pronunciamento” ou “golpe” com o qual não estaríamos solidários. ......... Volvendo os olhos para as realizações nacionais dos últimos 20 anos há que se reconhecer impressionante: em 1964, éramos a quadragésima nona economia mundial com população de 80 milhões de pessoas. .........Somos a oitava com uma população de 130 milhões de pessoas.”

Esta é uma verdade pétrea, desfigurada pelos subversivos de antanho e por seus “herdeiros” atuais, que, fundamentados em Gramsci, mentirosamente, difundem nova “estória”.  “Auto transformados” em democratas, amantes da liberdade e dos direitos humanos, ocuparam os mais altos postos dos (des)governos, da “Nova República”, como os de FHC, Lula e Dilma. Ministros da Defesa, civis lenientes, e os chefes militares, adotando baixo perfil, em nome de falaciosa unilateral reconciliação da sociedade, permitiram que militares e FFAA fossem alvos de “escraches”, afrontas e achaques. A infiltração marxista-gramiscista se expandiu, a corrupção permeou os poderes da República e o empresariado foi cooptado. O País faliu e a Lava Jato expôs o câncer que o invadiu. A Nação tornou-se insegura e temerosa.

 Bolsonaro eleito, carrega a esperança de limpar o País e recolocá-lo nos trilhos. Entretanto, a esquerda mantém viva a velha e corrupta política, infiltrada nos poderes da República, criando obstáculos quanto ao que o País necessita para sair da crise que criaram. Visam destruir Bolsonaro e seu governo, pleno de militares a serem desmoralizados com repercussões na imagem das FFAA. Não pensam no Brasil. Cabeças já se põem de fora ensaiando achaques e afrontas.

Assim, é inaceitável que o Ministério Público Federal (MPF), conteste ordem do Presidente, proibindo, nas FFAA, comemorações do 31 de Março, sob pena de estarem cometendo ato de improbidade administrativa.

 Por  qual razão o  MPF não proibiu, o Presidente da Câmara dos Deputados, de celebrar, no dia 23 de Março ultimo, os 100 anos da revolução comunista na Rússia, advento de ditadura sanguinolenta? O Presidente da Câmara destacou a importância  da celebração de  tão importante fato histórico.

E o que fez o MPF, durante os governos corruptos do PT, nos casos de invasões do MST com extrema violência e até mortes. Ou no caso de líderes petistas e comunistas  incitando a violência  para a quebra da paz social?

As Forças Armadas sim, têm que comemorar, juntas com a população, um dos seus feitos gloriosos que foi impedir a comunização do Brasil. Isso é cultuar  tradições  que, aliadas às posturas e decisões de seus respectivos chefes, com o acendrado sentimento de cumprir missão, fundamentam a mística própria de FFAA vencedoras. Lembrem-se: Esquecer é também trair!

A liberdade e a Democracia das quais, hoje, todos nós desfrutamos, devemos às Forças Armadas e não a ressentidos ideológicos ou corruptos de altos salários, querendo aparecer e manter privilégios, na contramão da maioria da opiniâo pública. As pesquisas de opinião, durante anos, assim o confirmam. A maior confiabilidade da Nação repousa em suas FFAA!

Salve o 31 de Março de 1964!

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