'MEC SEM PAULO FREIRE', A LINHA ESTÁ MANTIDA COM O NOVO MINISTRO
Manoel Carlos de Oliveira*
“O patrono do pau oco”, conforme descreveu o estudioso e organizador do Livro “Desconstruindo Paulo Freire”, Thomas Giulliano, não terá guarida no Ministério da Educação. Aliás, o ideólogo revolucionário, admirador do ditador sanguinário comunista Mao Tsé-Tung e do assassino marxista Che Guevara, continuará sem qualquer relevância na pasta e terá a continuidade no processo de sua desconstrução e banimento da vida dos alunos brasileiros.


Ao conhecido ideólogo da esquerda, Paulo Freire, também autor de livros que foram desconstruídos por Estudiosos, como: Percival Puggina, Rafael Nogueira e Thomas Giulliano, restou a determinação, por parte do Presidente Bolsonaro, para que seus pensamentos fossem extirpados do ensino no Brasil, justamente por conter a desconstrução do pátrio poder, colocando o Estado acima da Família; a pavimentação da hegemonia cultural; e a destruição dos valores da família, filosofia clássica, disciplina, ordem e hierarquia em sala de aula.

Tanto o ex-Ministro Ricardo Velez quanto o novo Ministro Abraham Weintraub, são considerados estudiosos do Marxismo Cultural e defendem o banimento do sistema “Freireano”.

Segundo o Presidente do Brasil, o que faltou ao ex-ministro Velez foi gestão, embora um grande intelectual e homem capaz, agora com Weintraub, esse ponto estará sanado e os trabalhos iniciados por Velez terão continuidade.

*Manoel Carlos de Oliveira é analista político e marqueteiro no Brasil.

*Publicado originalmente em https://exatanews.com.br

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