Assalto
Mara Mointezuma
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Mara Montezuma
Chegavam pelas estradas qual nuvem de gafanhotos portanto bandeiras do MST, foices, enxadas, facões, - e sabe-se que armas de fogo também mas de maneira mais velada. Invadiam as fazendas, roubavam gado,o que não roubavam aleijavam, passavam com máquinas destruindo plantações, destruindo maquinários, e como no caso de um amigo meu, sua casa, que era sua residencia principal que continha todas as memórias de uma vida inteira, foi queimada e derrubada até o chão.

Não sobrou uma foto, um registro pessoal. Isto era o que acontecia nos últimos 15 a 20 anos com o beneplácito do governo petista. Agora o atual governo quer liberar arma para proprietário rural e livrá-lo de pena caso atire em invasor. E por que não? Propriedade privada é cláusula pétrea na Constituição, e como disse Bolsonaro, "é sagrada e ponto final". O proprietário rural vai esperar que invadam suas terras e destruam sua propriedade sem reação? E é isso, uma reação portanto legítima! Aliás, esse discurso que há tempos nos repetem como cucos de que não devemos reagir diante de um assalto caiu a calhar no meio da criminalidade que desde então se sentiu confortável e já à espera de que nos rendamos como cordeiros. E ainda assim , nos matam. A defesa da própria vida e dos seus bens é instintiva, natural e saudável. O que não é natural é render-se sem luta. Não faço uso de armas , nem farei, mas defendo o direito do porte e uso para todos que se qualifiquem. Chega de berrar como cabrito no sacrifício, vamos à reação.

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