Sem Medo da Verdade
Boletim Eletrônico de Atualidades - N° 362 - 03/06/2019
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Ex-sem-terra, gaúcho que virou fazendeiro critica MST e modelo de reforma agrária
Natural de Tapejara, Aquilino Sirtoli, hoje com 70 anos, saiu de um acampamento na beira da estrada na década de 1980 para um pedaço de terra no Mato Grosso
Em 1981, (época do Regime Militar) cerca de mil famílias de sem-terra acampavam na beira de uma estrada perto de Ronda Alta, no norte do Rio Grande do Sul, quando militares liderados pelo mítico coronel Sebastião Curió chegaram com uma proposta em mãos: que tal mudarem para uma nova terra promissora no centro-oeste do Brasil, uma região ainda não desbravada no norte de Mato Grosso?

Valor Econômico - 07/06/2019 
O oportunista Guilherme Boulos e o seu malfadado Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) estão de mudança para o Nordeste, onde atuarão apenas nos estados governados por aliados. João Pedro Stédile e o criminoso Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) também rumam no mesmo caminho.
Desde que Jair Bolsonaro assumiu, esses exércitos, que antes atacavam sem medo de qualquer repressão, praticamente encerraram as suas invasões.

Péricles Capanema
Desde 1997 o MST promove o abril vermelho. Financiado com dinheiro público, o gigantesco show de agitações reclamou sempre a radicalização da reforma agrária e a implantação de outras pautas da esquerda, etapas para a sonhada sociedade socialista (caminho para a presente situação da Venezuela, na realidade). O MST, na linha de frente, era ajudado em particular pela CPT e INCRA, trinca do barulho.
Há muitos lustros o agro tem sido atacado por vários meios ▬, um dos quais, invasões de fazendas ▬, em especial pela ação concertada dessas três entidades. O MST (primeira), organização comunista, braço do PT, e a CPT (segunda), extrema-esquerda eclesiástica, protegida pela CNBB (à vera, não apenas protegida, é órgão dela). A terceira, o INCRA.

 Assalto
Mara Mointezuma
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Mara Montezuma
Chegavam pelas estradas qual nuvem de gafanhotos portanto bandeiras do MST, foices, enxadas, facões, - e sabe-se que armas de fogo também mas de maneira mais velada. Invadiam as fazendas, roubavam gado,o que não roubavam aleijavam, passavam com máquinas destruindo plantações, destruindo maquinários, e como no caso de um amigo meu, sua casa, que era sua residencia principal que continha todas as memórias de uma vida inteira, foi queimada e derrubada até o chão.