Jornal da Cidade - 20/08/2019 
Me pergunto em que realidade a esquerda vive? Um sequestro, terminando com o melhor desfecho possível (bandido morto e todas as vítimas salvas e ilesas) não é o suficiente para trazer alegria a este pessoal. Aliás, estão chamando isso de tragédia (!?!)
PSOL e praticamente toda a esquerda nacional, estão neste momento procurando defeitos na ação para pode atacar a polícia ou o governador. As 37 pessoas que irão voltar para as suas famílias, sequer são lembradas. Como elas não morreram, fica difícil utilizá-las para o jogo político.
Parabéns à polícia do RJ e ao governador. Acabou a era de romantizar o crime e de só lembrar das vítimas se a morte delas servir para atacar adversários políticos.

 Título da matéria com a entrevista de Maria Amélia Teles publicada na revista Forum  e suas declarações
Levaram meus filhos para me ver sendo torturada”, conta Amelinha, vítima de Ustra
Amelinha foi torturada por Carlos Alberto Brilhante Ustra , militar que é considerado por Jair Bolsonaro um “herói nacional”

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Maria amelia Teles

Por Redação(....)  

“Enquanto torturavam a gente, foram até a minha casa buscar meus filhos e minha irmã grávida. Nesse momento, eu estava em uma sala na parte de cima da operação bandeirantes na ‘cadeira de dragão’, que tem os braços com fios, sempre nua. Estava bastante machucada e cheia de hematomas. Minha filha, com 5 anos, e meu filho, com 4, foram levados até lá para que me vissem. Me perguntaram porque eu estava azul e o pai deles verde. Olhei para o meu corpo e vi o quanto estava roxa pelos hematomas”, contou Amelinha.

Observação do site www.averdadesufocada.com: Maria Amélia Teles não perde a oportunidade de atacar o coronel Ustra . Em todas s as situações que surgem ela, fala sobre  o tempo em que esteve presa no DOI . Evita dizer que não lutava pela democracia , pela liberdade e sim pela  derrubada do governo militar para instaurar  no Brasil uma ditadura marxista leninista nos moldes da Albânia, União Soviética , China e Cuba.
  Durante a campanha para as eleições em 2018, quando ela apoiava Haddad, algumas rede sociais transcreveram um tipo de tortura que ela teria  sofrido  impublicável e inacreditável.

Por Joseita Brilhante Ustra
Na edição 2.646,  página 32, coluna Radar, o Senhor Robson Bonin publicou a seguinte nota:

“NADA BRILHANTE
Joseita Brilhante Ustra, viúva do notório coronel, usou as redes sociais para defender Bolsonaro e replicar fake news contra o pai de Santa Cruz.”

Gostaria de saber onde o repórter leu a matéria em que eu replico fake news contra o pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz.
Terá sido no Face Book ou no meu site www.averdadesufocada.com ?
Ou sem assunto, o Sr Robson Bonin, resolveu dizer que defendo o presidente Bolsonaro e usou o pai de Santa Cruz, para ligar o nome do meu marido ao desaparecido?

"Começo a ficar intolerante com os que se alegram com o fracasso do país e que se vangloriam em ver a nação afundar por força de suas, quase sempre, infundadas críticas" -

Ives Gandra Martins - Jornal da Cidade - 31/07/2019
Toda manhã, ao ler os jornais, hábito que os mais jovens criticam como próprio da velhice, consumo minha dose de irritação com o desenvolver dos acontecimentos e por ver que a periferia do que é relevante é sempre a matéria de maior destaque nas manchetes jornalísticas.Leia-se, por exemplo, o caso do ex-presidente Lula. Toda a defesa daquele ex-mandatário concentra-se em ter, o julgador, conversado de forma inapropriada com os promotores federais, o que, de rigor, não alterou o amplo direito de defesa que lhe foi assegurado durante todo o processo nas quatro instâncias.