Denise Frossard elogia indicação de Moro e defende extradição de Cesare Battisti
José Carlos Werneck
A juíza aposentada Denise Frossard, que se notabilizou por sua coragem quando exerceu de forma inatacável suas funções de magistrada no Estado do Rio de Janeiro, publicou uma nota sobre a extradição do terrorista Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua na Itália. Disse a magistrada:” Não posso deixar de aplaudir o embaixador da Itália no Brasil, Antônio Bernardini, que foi ao encontro do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para reiterar, em nome do governo Italiano, a necessidade de ser extraditado o criminoso italiano Cesare Battisti, homiziado no Brasil e que teve sua extradição negada pelo então presidente da República e hoje criminoso em cumprimento de pena”.

ASSASSINO E LADRÃO – “Como convém lembrar, Battisti é assassino e ladrão, assim reconhecido pela Justiça Italiana e queria impor, à bala, o regime comunista na Itália, quando o Partido Comunista, sob o comando de Berlinguer, tinha – e ainda tem – assento no Parlamento Italiano, pelo voto!” – disse a juíza aposentada, acrescentado:

Denise Frossard elogia indicação de Moro e defende extradição de Cesare Battisti
José Carlos Werneck
A juíza aposentada Denise Frossard, que se notabilizou por sua coragem quando exerceu de forma inatacável suas funções de magistrada no Estado do Rio de Janeiro, publicou uma nota sobre a extradição do terrorista Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua na Itália. Disse a magistrada:” Não posso deixar de aplaudir o embaixador da Itália no Brasil, Antônio Bernardini, que foi ao encontro do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para reiterar, em nome do governo Italiano, a necessidade de ser extraditado o criminoso italiano Cesare Battisti, homiziado no Brasil e que teve sua extradição negada pelo então presidente da República e hoje criminoso em cumprimento de pena”.

ASSASSINO E LADRÃO – “Como convém lembrar, Battisti é assassino e ladrão, assim reconhecido pela Justiça Italiana e queria impor, à bala, o regime comunista na Itália, quando o Partido Comunista, sob o comando de Berlinguer, tinha – e ainda tem – assento no Parlamento Italiano, pelo voto!” – disse a juíza aposentada, acrescentado:

Da anistia resultaram presidentes corruptos. De Sarney a Dilma nenhum fugiu do padrão implantado já no alvorecer da nova (??????) república.
Quem tem mais de 60 anos (é o meu caso) viveu durante o regime militar uma fase que retrata o lema ORDEM E PROGRESSO de nossa bandeira.  O povo – exceto aqueles que participaram da luta armada pela implantação do comunismo modelo Cuba no Brasil – tinha melhores condições de vida naquela época do que hoje, mesmo sem dispor dos recursos que a rápida evolução tecnológica dos últimos 30 anos vem oferecendo.
Estamos, todos, presentemente, depois do sonho de uma nova República, em uma encruzilhada do destino. As prisões realizadas pela PF de membros da Polícia Legislativa e as delações premiadas da Odebretch e do ex deputado Eduardo Cunha (já dada como certa) exporão ainda mais as podres entranhas do regime e comprometerão as principais lideranças políticas do país. Tudo isso somado à situação falimentar da União, Estados e  Municípios, que resultou da corrupção desenfreada que vem assolando o país em todas latitudes e longitudes a partir do conquista do Poder pelo PT, leva a um cenário imprevisível: a quem o Juiz Sérgio Moro entregará as chaves dos poderes Executivo e Legislativo ao fim e ao cabo da Operação Lava Jato ?
Batalha 

O MINISTRO REVANCHISTA E SERVIL III (MRS III)
General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva
Esta é a terceira mensagem sobre a sentença condenatória da Corte Interamericana de DH (CIDH) contra o Estado brasileiro por, segundo ela, “não investigar, julgar e punir os responsáveis pelo assassinato do jornalista Vladimir Herzog” em 1975.
Relembrando as mensagens (MRS I e II) anteriores (ver Agência Brasil e Juliana)
A sentença determina ao Brasil a reabertura das investigações e do processo penal da morte de Herzog, que considera crime contra a humanidade, portanto, segundo a Corte, um crime imprescritível, inclusive no Brasil (o que é um erro). Determina, ainda, ser feito um ato público de reconhecimento de responsabilidade do Estado pela morte de Herzog e que a sentença seja veiculada durante um ano, no mínimo, em página eletrônica do Exército.

A Comissão de Anistia do Estado-babá
Carlos I. S. Azambuja
Não custa nada voltarmos a falar da Comissão de Anistia, que desembolsou mais de UM BILHÃO dos cofres públicos para indenizar ex-terroristas ou, simplesmente, outros militantes que, como Dilma Roussef (”Estela”, “Luiza” e “Vanda”), também indenizada, que foi militante, sucessivamente, da POLOP, COLINA, VPR e VAR-PALMARES.
Agora falemos de outro personagem muito menos conhecido que os indenizados. Este nunca teve codinomes, não foi terrorista e não viveu no exílio. Seu nome: MARIO KOSEL FILHO. Soldado do Exército, 18 anos de idade, assassinado em um atentado com carro-bomba, assumido pela VPR, no quartel-general do então II Exército, em São Paulo, em 1968.