Bolsonaro e os generais.
Está é a terceira mensagem aos jornais sobre Bolsonaro. Longa, quase impublicável. Daí solicito aos que puderem a divulgação, pois nem facabook eu tenho e do e-mail para o zap ainda não sei passar. O tal Roberto Viana, que assina a mensagem, sou eu mesmo, vcs sabem.
Abs Maciel, Baiano
Talvez eu possa dar uma contribuição para o esclarecer o surgimento de Bolsonaro como líder político.
No ano de 1986, a Vila Militar fervia de indignação. Havia uma crise de abastecimento no Rio e a milicada ganhando pouco, sofria mais ainda com os sobrepreços.
Mulheres reuniram-se no centro da Vila da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO), onde moravam seus mais de 300 alunos.

Bolsonaro mitou no mercado 
 Raimundo Costa - Valor Econômico - 10/10/2017
O deputado Jair Bolsonaro tem conversado com empresários e agentes do mercado financeiro. Um grupo que esteve recentemente com o presidenciável saiu encantado da conversa. Esperava encontrar um radical, mas o que seus integrantes viram foi um candidato disposto a desfazer a imagem de um troglodita político que se faz dele e a se mostrar como um nome palatável e confiável para presidir o Brasil. Bolsonaro se esforça: se for eleito, não vai desencadear uma perseguição aos gays. É claro que não dará ministério a um homossexual, mas por que não uma secretaria? Suas opiniões pessoais não devem ser a opinião de governo. "Tenho que contemplar pessoas com visão diferente da minha".

Quem desidrata quem para 2018
 
Por Felipe Moura Brasil - O Antagonista
João Doria tem hoje um potencial maior de desidratar a candidatura de Jair Bolsonaro do que Geraldo Alckmin.
A comparação do desempenho dos três, nos cenários com Lula da pesquisa DataPoder360, confirma em números a tese:
– Bolsonaro 25% x 4% Alckmin;
– Bolsonaro 18% x 12% Doria.
Alckmin, no entanto, insiste na ambição de ser o candidato do PSDB, com o discurso da experiência político-administrativa em contraponto ao novo (Doria) e ao velho deputado sem passagem pelo Executivo (Bolsonaro); e da qualidade no trato das contas públicas no estado de São Paulo em contraste com o estouro das contas federais nos governos do PT de Lula e Dilma Rousseff e do PMDB de Michel Temer.

Plano mirabolante
EDITORIAL O ESTADÃO - 24/09/2017
PT agora ameaça partir para o boicote da eleição de 2018, caso Lula não possa concorrer por impedimento judicial
Sem vocação para aceitar as regras do jogo quando sabe que vai perder, o PT agora ameaça partir para o boicote da eleição de 2018, caso o chefão Lula da Silva não possa concorrer por impedimento judicial, e dessa forma criar um clima de “convulsão social” e “guerra civil”, conforme as palavras de alguns de seus integrantes mais animados.
Essa ameaça já estava mais ou menos explícita nos slogans da campanha petista em defesa do demiurgo de Garanhuns: “Eleição sem Lula é fraude” e “Eleição sem Lula é golpe”. Ao considerar que a eleição sem o ex-presidente é fraudulenta por princípio, parece lógico que o PT dela não queira participar. Do contrário, seria uma forma de corroborar o tal “golpe”.

A caravana começou mal.
DOUTOR HONORIS CAUSA
Condenado não pode receber honraria, diz juiz ao negar título a Lula
Por Matheus Teixeira-17/08/2017
Não é razoável nem atende à moralidade administrativa conceder honraria a alguém condenado judicialmente e que ainda responde a outras ações penais. Esse é um dos argumentos do juiz Evandro dos Reis, da 10ª Vara Federal Cível da Bahia, ao acolher ação popular e deferir tutela de urgência para suspender a concessão do título de doutor honoris causa ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Universidade do Recôncavo Baiano (UFRB).
 Juiz cassou título de doutor honoris causa que seria concedido pela UFRB ao ex-presidente Lula.