GAZETA DO POVO 04/04/2019- 
Por Flavio Gordon - (Escritor e antropólogo)
“É inegável que o golpe militar e civil foi empreendido sob bandeiras defensivas. Não para construir um novo regime. O que a maioria desejava era salvar a democracia, a família, o direito, a lei, a Constituição…” (Daniel Aarão Reis, Ditadura e democracia no Brasil: do golpe de 1964 à Constituição de 1988).Na madrugada de 27 de novembro de 1962, um Boeing 707-441 (prefixo PP-VJB) decolou do Rio de Janeiro levando 80 passageiros e 17 tripulantes. Era o voo 810 da Varig, com destino a Los Angeles, e escalas em Lima, Bogotá e Cidade do México. Pouco antes de aterrissar no Aeroporto Internacional Jorge Chávez, em Lima, a aeronave colidiu com uma montanha e explodiu, matando todos a bordo.

Livros devem revisar referências à ditadura, diz Vélez
Em entrevista, ministro da Educação disse discordar que houve golpe em 1964 e ditadura
3 ABR 2019 21h37 
O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, disse que haverá mudanças em livros didáticos para revisar a maneira como são retratados nas escolas o golpe de Estado que retirou o presidente João Goulart do poder, em 1964, e o regime militar que o seguiu. A declaração ocorreu em uma entrevista do ministro ao Valor Econômico, publicada na tarde desta quarta-feira, 3.

Segundo o jornal, Vélez diz acreditar que a mudança de regime, há 55 anos, não foi um golpe, e sim uma "mudança de tipo institucional". Além disso, teria dito que o período que seguiu a posse do general Castello Branco não seria ditadura, e sim um "regime democrático de força". A tese é refutada por historiadores que estudaram o período.

Prezados Amigos (as) e Camaradas: Embora proibido, aí vai o artigo publicado no O Tempo, hoje, em homenagem a todos os partícipes de 64 e em especial ao Irmão USTRA e tb um alerta qto ao q já  se prenuncia.
Forte braço do Gen Marco Felício
.COMEMORAR, SIM! INTENSAMENTE E SEM RESERVAS !

“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam não se importam, não se manifestam”                                

Gen Marco Antonio Felicio da Silva

Somente os de má fé, hipócritas, ressentidos com viés marxista e ignorantes não reconhecem as razões que nos levam a lembrar o 31 de Março de 1964. Dia em que - “A Nação que se salvou a si mesma” - povo e Forças Armadas (FFAA), deram início à contra-revolução, impedindo os comunistas, de armas na mão, de implantar a ditadura do proletariado no Brasil. A ditadura que levou à morte, nos países em que se instalou, mais de cem milhões de inocentes.

Dentre tais razões, esta última nos obriga, também, a comemorar o 31 de Março. As FFAA venceram o terrorismo, as guerrilhas, urbana e rural, indesejável guerra fratricida, cruel para ambos os lados. Preservaram milhares de vidas, a liberdade e a Democracia. Responderam aos anseios e inquietudes manifestados pela maioria da população, temerosa da tirania comunista.



O MP, que nunca impediu as comemorações em homenagem à Revolução Russa, em pleno Congresso; que nunca impediu que se cantasse o hino da Internacional Socialista por professores, desvirtuados de suas funções, quer proibir que se comemore a Contrarrevolução de 1964 por ter devolvido o Brasil aos verdadeiros brasileiros, em razão de seus (dele, MP) membros rezarem por outro catecismo.
O MP está tratando as Forças Armadas como escolares que fazem travessuras, mostrando, claramente, de que lado ideológico está. Sugiro que os membros do MP e afins deixem Miami em paz e passem uma temporada nos paraísos cubano e venezuelano.
A melhor resposta das Forças Armadas é comemorarem essa data com solenidade e Ordens do Dia ignorando a ousadia, o atrevimento, a presepada do MP.