Há 11 anos atrás um jornalista de esquerda, Marcio Moreira Alves, alcunhou o EB como o Grande Mudo. De certa maneira sua ironia caiu como uma boa carapuça à Instituição que já salvou o Estado Brasileiro da bancarrota por no mínimo duas vezes, sem historiarmos muito a fundo o período colonial e imperial...

 
 
 
O Grande Mudo se estabeleceu como ente desassociado das questões políticas como uma auto-defesa, na fuga constante das depreciações que a esquerda furiosa e rancorosa procurava lhe impigir... E como foram grandes as escapadas, chegando algumas até a parecer explícita covardia... algumas até foram como por exemplo o caso da retratação da nota de defesa sobre o artigo Herzog, em 2004...
 
Mas o Grande Mudo começou a dar os seus primeiros grunidos, não o mudo institucional, mas o mudo homem que faz e compõe a Instituição funcionar, inclusive na série de salvações dos atos desse desgoverno lullo-petista-chavista-moralista-orteguista-correista-stedlista...
 
Os homens do Grande Mudo deram uma demonstração na noite de hoje, 31 de março, que ainda reverenciam seus antepassados... De uma forma muito tímida, mas consistente reuniram-se cerca de 800 pessoas, isso mesmo, 800 pessoas na excepcional iniciativa do Grupo TERNUMA, em uma missa em intenção dos heróis e vítimas que morreram em combate e em atos comunistas de terrorismo, respectivamente...
 
Cerca de 300 Oficiais da reserva e familiares estavam reunidos para velar seus mortos... E onde quero chegar quanto ao estridente grunido do Grande Mudo? Estavam presentes mais de 30 Oficiais da ativa... Isso mesmo, mais de 30, quiçá mais. É um bom começo e demonstra que as novas gerações estão querendo badalar as cordas vocais daquilo que foi e não é mais mudo, por mais que o Grande Mudo tenha mantido sua fleuma num dia tão importante para o mudo que não é mais... Meio difícil de entender, mas somos mudos, não burros, entederam agora???
 
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