PChagas
Caros amigos
No ano em que se comemora o jubileu do movimento civil e militar que frustrou o golpe comunista de 1964, torna-se evidente o temor dos atuais detentores do poder, aí incluída a mídia vendida, dominada, oportunista ou suicida, de que uma manifestação mais incisiva dos grupos e da grande massa de pessoas esclarecidas, ainda fiadoras de suas almas - não compradas, não dependentes das benesses do governo, não manipuláveis e conhecedoras da verdade - tome vulto e eloquência e os tire do governo.  As ações encomendadas ao Ministério Público, as incursões venais e sem nexo das "Comissões da Verdade", as agressões gratuitas à imagem e à obra dos Governos Militares e de seus Presidentes, as investidas contra os nomes de obras públicas do período, homenagens aos homens honestos, patriotas que, à época, por amor ao Brasil, desviaram-se de suas funções para dar à Pátria os últimos e melhores produtos de sua competência, são mostras inequívocas do medo que se apodera do grupo de irresponsáveis, mentirosos, mal-intencionados  e incompetentes que nos leva, mais uma vez, ao fundo do poço, com falsas promessas, traição e deslealdade. 

O futuro, claro e evidente, está, neste momento, nas ruas de Caracas, só não vê quem não quer ou, por depender da mídia amestrada, não pode ou é impedido de ver! 

Os braços armados do movimento liberticida, rural e urbano, inconsequente e radical, já dão mostras da intensidade e da malignidade de suas ações e intenções. A morte de um jornalista pela explosão de um artefato dirigido à polícia pelos mercenários "Black Bosts" e os trinta policiais feridos pelo MST, aliados preferenciais e mimados da Governanta do Brasil, em recente manifestação em Brasília, são uma amostragem setorial do futuro que nos reserva o ano em curso! 

A incompetência, as más intenções dos governantes, as projeções catastróficas da economia, da saúde, da educação e da segurança pública, o desvirtuamento dos valores morais e cristãos, o fomento à luta de classes e o desprezo pelo mérito, entre outras ações deletérias, antíteses dos costumes, da personalidade e das aspirações dos brasileiros, estão a abrir-lhes os olhos para a realidade. 

Não são poucos os que em desespero de causa e por amor ao Brasil, à liberdade, à ordem, ao progresso e ao dever anseiam por uma intervenção militar e sua volta ao poder, porquanto, realmente, não há termos de comparação entre a segurança e a honestidade daquele passado, o desmando do presente e o desastre que nos aguarda no futuro! 

Esta perspectiva os apavora e faz com que busquem, por todos os meios, generalizar atitudes pontuais e denegrir a lógica de um tempo em que havia desenvolvimento em todos os campos do poder e comprometimento honesto dos homens públicos. Um tempo em que lugar de bandido, terrorista e corrupto era a cadeia, o cemitério ou o exílio! 

O cinquentenário do movimento de 64 é de fato uma boa  oportunidade para que a Nação medite e compare o que já teve com o que tem e conclua sobre o que realmente deseja para o seu futuro. 

Em que pese às fundadas suspeitas que pairam sobre as urnas eletrônicas, as eleições de outubro e as pressões para que o método de apuração da vontade popular seja aperfeiçoado são os primeiros e mais próximos instrumentos à disposição da sociedade para iniciar a correção do rumo e assegurar o encontro da luz em meio às trevas do emaranhado de falsos valores em que permitimos que nos metessem!

 

 

 

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