(Gen Ex José Carlos Leite Filho – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. – 16/02/14)
     No próximo mês a contra-revolução de 31 Mar 64 completará o seu cinquentenário, motivo de orgulho dos que salvaram o país do comunismo e o fizeram crescer e se desenvolver.
   O governo atual, herdeiro dos derrotados e de uma ideologia sanguinária, dá mostras continuadas de não se interessar por um Brasil grande e coeso. Em lugar de cultivar a pacificação nacional, como é do seu dever, prefere a divisão da população em segmentos e ainda estimula a retrógrada luta de classes. Em lugar de fazer o país se desenvolver, parece uma nau sem rumo tanto pela falta de um timoneiro quanto pela atuação desastrosa de uma tripulação incompetente que não sabe qual o porto do futuro.    As incessantes manifestações populares escancaram para o mundo a violência diuturna e generalizada, já que a autoridade não se faz presente, deixando que o medo se alastre. Se assim se mostram as ruas, nos presídios, onde os criminosos deveriam cumprir suas penas, os agentes penitenciários são por eles acuados e se mostram incapazes de manter a ordem e, ainda pior, de impedir que de lá partam as ordens dos chefes das quadrilhas que não cessam de matar, roubar e desafiar a lei. As Polícias, máxime as militares, ficam entregues à própria sorte em face da inexistência de quem lhes aponte o verdadeiro caminho do dever, pois, notoriamente, não têm autonomia operacional e se tornam, injustamente, o alvo mais fácil de criticas e criminalização.

   Há poucos dias, em Brasília, a entidade fantasma MST (Movimento dos Sem Terra), convenientemente sem personalidade jurídica, ocupou a Esplanada dos Ministérios com protestos e reivindicações usando a força, desafiando e lesionando inúmeros responsáveis pela segurança pública. Pior e mais sintomático foi a ameaça de invasão ao Palácio do Planalto, sede do Poder Executivo, e ao Supremo Tribunal Federal, órgão máximo do Poder Judiciário, cujo presidente decidiu suspender os trabalhos como medida acautelatória.

Espantoso, ainda, é saber que no dia seguinte os líderes da baderna foram recebidos em audiência pela presidente da República. Os mais benevolentes, talvez incompetentes, hão de ousar afirmar que assim funciona uma democracia.

   Este, lamentavelmente, é o retrato da atualidade não muito diferente do triste passado que  obrigou o rompimento da ordem constitucional, mas que em compensação trouxe de volta a autoridade e o desenvolvimento do Brasil. Se a política é imprevisível, o mesmo não se pode dizer da imprensa, que tem a obrigação de denunciar os desmandos e de enfatizar os acertos dos governantes, contribuindo para reforçar o orgulho e o entusiasmo dos brasileiros. Difícil é  compreender como o jornal O Globo, outrora celeiro dos maiores defensores dos salvadores de 1964, resolveu agora mudar de posição chegando até a defender a iniciativa dos que estão propondo a retirada do nome da Ponte Presidente Costa e Silva, popularmente a “Rio-Niteroi”, “a fim de cessar a lembrança e a homenagem aos governos militares”, que por um dever de justiça a verdadeira história há de perpetuar já que também foram os protagonistas de outras grandiosas obras como: Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipu, algumas das maiores usinas mundiais; a duplicação das rodovias Rio-Juiz de Fora e Rio-São Paulo; a construção e/ou modernização dos aeroportos do Galeão (RJ), Guarulhos (SP), Confins (MG), Campinas (SP), Salvador (BA) e Manaus (AM); o aumento da rede de estradas asfaltadas de 3.000 para 45.000 Km; o aumento da produção da PETROBRAS de 75.000 para 750.000 barris diários; a criação da EMBRATEL, TELEBRAS e ELETROBRAS; a construção das usinas nucleares Angra I e Angra II; o FUNRURAL, o FGTS, o PIS, o PASEP e a regulamentação do 13º salário; o saudoso Projeto RONDON; o Banco Nacional de Habitação; a implementação dos pólos petroquímicos de Cubatão (SP) e Camaçari (BA); os corredores de exportação de Vitória (ES), Santos (SP), Paranaguá (PR) e Rio Grande (RS) e muitas e muitas outras que o espaço não me permite citar.

   Eis aqui, pois, um pequeno repertório da verdadeira história brasileira que a esquerda procura manchar e que a maioria da população dela se orgulha.

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