50 ANOS DA CONTRARREVOLUÇÃO DE 31/03/1964
DOCUMENTÁRIO – ARTIGO V
            É o mínimo que você precisa saber para não estar fazendo papel de idiota, sendo levado de roldão pela política desastrosa do atual Governo Federal.
            Por Aluísio madruga de moura e Souza
Estando instalado um período de grande instabilidade após a posse do Primeiro Ministro Tancredo Neves em 07 de setembro de 1961, este renunciou em 06 de junho de 1962, com todo o seu gabinete, portanto nove meses após ter sido instalado entre nós o Parlamentarismo.

 João Goulart decide então indicar ao Congresso para ser o novo Primeiro Ministro o professor  San Thiago Dantas, que teve seu nome rejeitado por ter sido considerado “simpatizante” das esquerdas. Segue-se a indicação de Auro de Moura Andrade, que viu seu nome aprovado em 03 de julho de 1962.

Porém Moura Andrade renunciou logo em seguida porque Jango não aceitou a composição de seu Gabinete, permanecendo o impasse até 10 de julho do mesmo ano, quando foi aprovado o nome de Francisco Brochado da Rocha, que veio a renunciar em 14 de setembro de 1962. Assumiu então o posto Hermes Lima, em consequência de um acordo político pelo qual seu nome não necessitaria do referendo do Congresso, já tendo este sido empossado com a missão de realizar um plebiscito. Este ocorreu em 06 de janeiro de 1963, quando aproximadamente 80% do eleitorado foi contrário ao Parlamentarismo, tendo o Sistema Presidencialista sido restabelecido em 21 de janeiro do mesmo ano. Na realidade, durante todo esse período, o governo Jango concentrou-se, principalmente, na luta pelo restabelecimento do Presidencialismo.


            Nesse espaço de tempo, enquanto Jango sonhava com suas reformas de base, Brizola      propunha o fechamento do Congresso Nacional e a convocação de uma Constituinte. Seguiu-se, dessa maneira, um governo populista e sem perspectiva, que  acabou por enfraquecer o poder civil. Também não podemos deixar de considerar como já foi citado a chamada Rebelião dos Sargentos de Brasília em 12 de setembro de 1963. No entanto é  importante citar que de âmbito regional, esta não contou com o apoio dos Sargentos do Exército. No entanto, as sementes da Revolução comunista já tinham sido plantadas.


            De acordo com este contexto é importante destacar que a posição da Igreja Católica em relação ao governo, posteriormente deposto, era de total oposição a ele, o que muito contribuiu para a realização de duas “Marchas da Família com Deus pela Liberdade”, tendo ocorrido a primeira em 19 de março e a segunda no dia 02 de abril de 1964, com a presença em cada uma de aproximadamente 1.000.000 ( um milhão) de pessoas. Hoje, após o surgimento dentro da Igreja Católica da chamada “Teologia da Libertação” esta domina grande parte da Igreja e seus adeptos e, certamente, o governo do senhor Jango Goulart contaria com o apoio de, pelo menos, 60% dos padres católicos, o que aliás ocorria até pouco tempo em relação ao Partido do Trabalhadores. Hoje, com a eleição do novo Papa ainda não sabemos como ele tem lidado com a questão.


            O certo é que a verdade sobre o que foi a Contrarrevolução de 1964, desencadeada pela sociedade brasileira, mais especificamente pelas mulheres e apoiadas pelas Forças Armadas e que teve como objetivo maior impedir que o Brasil se transformasse em um País comunista, não pode continuar sendo contada de maneira de maneira mentirosa pelos vencidos. Ela tem que ser contada, isto sim, de maneira realista e verdadeira e isto somente ocorrerá se contada pelos vencedores, porque estes não têm consigo a marca da derrota, prevalecendo sempre o espírito que os levou a decretar a Anistia que na atualidade as esquerdas brasileiras lideradas pelo Partido dos Trabalhadores  tudo fazem e, infelizmente, por terem o governo nas mãos estão conseguindo, tudo em busca da revisão da Lei da Anistia. Sei que estou sendo cruel com os meus leitores não é mesmo? Em pleno período de carnaval? Mas o assunto é de suma importância para aqueles desejam um Brasil melhor para seus descendentes. Esta a razão pela qual amanhã dia 06/03/2014 sei que contarei com vocês e se não for possível no dia seguinte dois artigos serão lidos.    


 

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