50 ANOS DA CONTRARREVOLUÇÃO DE 31/03/1964
DOCUMENTÁRIO – ARTIGO VII
É o mínimo que você precisa saber para não estar fazendo papel de idiota, sendo levado de roldão pela política desastrosa do atual Governo Federal.
Por Aluísio Madruga de Moura e Souza
Vejamos então o que publicou “O Cruzeiro” importante revista da época em edição histórica de 10 de abril de 1964.
Então fica a pergunta. Que golpe militar é este que a mídia infiltrada de hoje, fazendo coro com comunistas/ terroristas derrotados de ontem  tanto fala?

Vamos prosseguir citando outros fatores que foram determinantes para o crescente descontentamento das elite da época com o Governo Jango e, assim, caracterizar que João Goulart caiu porque escolheu seu próprio caminho, embora lhe tenham sido dadas todas as oportunidades para permanecer à frente da Nação. Dentre elas considera-se como os mais importantes, além dos já citados os seguintes:
            - a insubordinação dos marinheiros e  fuzileiros navais, contando com a simpatia e conivência do Almirante Aragão, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha;
            - A crise na Armada, provocada com o afastamento do Almirante Aragão do Comandante Corpo de Fuzileiros Navais pelo Ministro da Marinha Almirante Silvio Borges de Souza Mota, que ainda o  proibiu de realizar um pronunciamento por ele anunciado;
            - a solução dada pelo Presidente da República para a situação na Armada, retornando o Almirante Aragão ao Comando anterior;
            - o fato do Presidente da República colocar em liberdade 1200 marinheiros que se amotinaram para exigir o afastamento do Ministro da Marinha e, depois,  se entregaram ao Exército; e
            - o fato de João Goulart ter atendido aos marinheiros e exonerado o Ministro Silvio Mota.

Em verdade, o General Amaury Kruel, Comandante do então II Exército, com sede na cidade de São Paulo, não desejava a deposição do Presidente. O General Jair Dantas Ribeiro, Ministro da Guerra e amigo particular de Jango, nunca o desejou.  Nem o General Âncora, Comandante do I Exército, com sede no Rio de Janeiro, nem o General Castelo Branco, então Chefe do Estado – Maior do Exército. O Comandante do II Exército chegou a sugerir ao Presidente, no momento em que suas tropas se preparavam para marchar sobre o Rio de Janeiro, que este desarticulasse o esquema comunista montado por ele próprio e seu cunhado Leonel Brizola. Que fechasse a CGT e normalizasse a situação na Marinha, para contar com o apoio das Forças Armadas. O Presidente disse não, o que repetiria mais tarde para seu amigo e ministro da Guerra, quando este lhe fez idêntico apelo. Não aceitando desarticular o dispositivo de esquerda, que passara a comandar visando implantar uma ditadura comunista ano País e considerando-se politicamente forte o suficiente  colocou a opção nas mãos das Forças Armadas, não deixando aos Generais outro caminho senão o defender a integridade do País dentro do regime democrático, o que estava sendo exigido pelo povo brasileiro.

Tivesse o senhor Jango declarado a ilegalidade do CGT e mantido a prisão do Almirante Aragão, decretada pelo Almirante Silvio Frota, possivelmente, teria concluído seu mandato, porque estaria contando com o apoio das Forças Armadas por serem estas legalistas por natureza e tradição, mesmo contra a vontade do povo brasileiro. Porém, o senhor João Goulart decidiu não recuar, pois era sua intenção, no mínimo, estabelecer entre nós uma república socialista.

Amigos,  espero  amanhã dia 08/01/2014 estar novamente em contato com vocês. Até
lá.

 

 

 

 

 

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