DOCUMENTÁRIO
É o mínimo que você precisa saber para não estar fazendo papel de idiota, sendo levado de roldão pela política desastrosa do atual Governo Federal.
Por Aluísio Madruga de Moura e Souza
Como afirmei no artigo anterior dizer que as Forças Armadas aproveitaram-se da situação para obter vantagens é realmente uma mentira deslavada. No caso específico o que realmente houve foi a confirmação bastante clara e contundente do dito popular que diz que “ em casa de ferreiro o espeto é de pau”. Na política de pessoal das Forças Armadas, por exemplo, muitas das vantagens existentes nos vencimentos foram cortadas, ainda no Governo Castelo Branco,  por serem julgadas protecionistas. Nos demais aspectos, as Forças Armadas, em todos os tempos sempre pensaram primeiro no Brasil para depois pensar nelas. O que aliás é o lógico, tendo em vista principalmente a própria formação de seus componentes, embora eu me considero bastante lúcido para reconhecer que em toda regra há exceção
Finalmente, fazendo uma avaliação da “abertura política”, desde o Presidente Geisel até o Presidente Figueiredo, não resta a menor dúvida deque teria que ter sido realizada mais cedo ou mais tarde porque nenhum Governo de exceção dura para sempre. Nem mesmo os verdadeiramente ditatoriais, como é o caso de Cuba e de tantos outros ditadores que já caíram.

Não há como negar que a Contrarrevolução permaneceu no Poder mais do que muitos esperavam em particular a maioria dos militares como já foi dito. No entanto é importante esclarecer que tal ocorreu consequência da conjuntura política entre 1964 e 1979 que assim exigiu como já foi afirmado.

Embora sendo repetitivo porque já citamos anteriormente é imperativo frisar que os militares não desejavam a deposição nem a renúncia de Jango; que inicialmente não  queriam nem mesmo que um chefe militar fosse eleito Presidente; Castelo Branco embora não o desejasse acabou aceitando sobre pressão candidatar-se, mesmo assim com a condição de passar o cargo dia 31 de janeiro de 1965, data prevista para que seu antecessor passasse a Presidência, tendo sido eleito com grande maioria de votos. Posteriormente seu mandato foi prorrogado para que pudesse ocorrer a coincidência com os da economia de gastos. Costa e Silva e seu sucessor, ou seja o Presidente Médici tentaram e não conseguiram.

Os militares sabiam e o Governo também da importância de a Contrarrevolução fazer a abertura política o mais rápido possível, porém, com segurança para que o País não voltasse rapidamente ao caos anterior o que, aliás, com o Governo do Partido dos Trabalhadores tudo voltou a estaca zero.

A época, com a volta da Nação à calma, consequência da vitória da  Forças Legais sobre as organizações terroristas foi possível o estabelecimento de uma “abertura” lenta , gradual  e segura que terminou no Governo do Presidente João  Figueiredo, após a decretação da Lei de Anistia de 1979, Lei que hoje está sendo aplicada apenas em favor de ex-terroristas derrotados pelas armas e que no momento estão exercendo um revanchismo a toda prova contra seus vencedores, que os anistiaram, ignorando que a Lei de Anistia pressupõe esquecimento e que foi decretada para ambos os lados. As Forças Armadas estão cumprindo a sua aparte. Tanto é verdade que toda  essa gente que outrora muito infelicitou a Nação aí está no Poder tentando desmoralizar as Instituições e com elas as Forças Armadas. Basta acompanhar os noticiários para concluir e ter certeza do que estou falando.

Então é para se perguntar. Se estamos no momento vivendo e assistindo a este caos político e econômico  que o País atravessa após dez anos de governo do PT, o que seria hoje do Brasil se este tivesse caído nas mãos dessa gente totalmente despreparada  a 50 anos atrás. Felizmente ocorreu  a Contrarrevolução, tendo os militares entregue o Governo aos civis, permanecendo calados enquanto dia após dia a Nação caninha, infelizmente para o abismo econômico porque o social e moral já é um fato. Amanhã 16/03/2014 estaremos novamente com vocês. Até lá.

   

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