50 ANOS DA CONTRARREVOLUÇÃO DE 31/03/1964
DOCUMENTÁRIO – ARTIGO XVIII
É o mínimo que você precisa saber para não estar fazendo papel de idiota, sendo levado de roldão pela política desastrosa do atual Governo Federal.
Por Aluísio Madruga de Moura e Souza
“A bomba que explodiu no Aeroporto do Guararapes deixou um saldo de 17 vítimas. Ao se dissipar a fumaça da explosão, jaziam no chão do aeroporto o jornalista e Secretário do Governo de Pernambuco Edson Régis de Carvalho, mortalmente ferido e também o Almirante da reserva Nelson Gomes Fernandes. O guarda-civil Sebastião – o  Paraíba como era conhecido, um antigo e popular jogador de futebol do time Santa Cruz que teve a perna direita amputada e o tenente coronel do Exército, hoje general, Sylvio Ferreira da Silva que além de ferimentos generalizados teve amputação traumática de quatro dedos da mão esquerda e os demais, inclusive crianças com ferimentos de menor monta.
O acaso, transferindo o local   da recepção impediu que a tragédia fosse bem maior.

            O criminoso ato de terrorismo foi atribuído, na época, sem provas conclusivas, a militantes do Partido Comunista Revolucionário (PCR) e do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário(PCBR). Hoje sabe-se que o ato foi obra dos rumos tomado pelo ‘maoísmo  cristão’ da Ação Popular(AP). E quem o afirma, baseado em pesquisas e em entrevistas iniciadas em 1979 é Jacob Gorender um veterano dirigente comunista, em seu livro Combate nas Trevas, cuja primeira edição foi publicada em 1988. As páginas 122 e seguintes, entre outras coisas, afirma o seguinte: ‘ Enquanto Herbert de Souza e Jair Ferreira de Sá buscam contato com Brizola em Montevidéu, Paulo Wright e Alípio de Freitas( ex-padre católico hoje morando em Portugal) conseguem sair do Brasil e chegar em Cuba onde fazem treinamento de guerrilha. Em 1965 já é taxativa a decisão da AP de tomar o caminho da luta armada. Passando ao terreno prático, a direção da AP criou uma Comissão Militar incumbida de ministrar cursos de emprego de armas e explosivos. Membro da Comissão Militar e dirigente nacional da AP, Alípio de Freitas encontrava-se em meados do ano de 1966 em Recife, quando se anunciou a visita do General Costa e Silva...  Por conta própria, Alípio de Freitas resolveu promover uma aplicação realista dos ensinamentos sobre a técnica de atentados’.

            ‘Um dos executores do atentado, revelado pelas pesquisas e entrevistas promovidas por Gorender é Raimundo Gonçalves Figueiredo, codinome Chico, que viria, mais tarde a ser morto  pela polícia de Recife em 27 de abril de 1971, já como integrante da Vanguarda  Armada Revolucionária – Palmares(VAR-Palmares) e utilizando o nome falso de José Francisco Severo Ferreira, nome com o qual foi autopsiado e enterrado. Este terrorista é um dos muitos radicais que hoje são apontados como tendo agido em defesa da democracia e cujos feitos estão sendo recompensados pelo governo, às  custas do contribuinte brasileiro, com indenizações e aposentadorias que os verdadeiros trabalhadores nem imaginam ganhar, recompensas obtidas graças ao trabalho faccioso da Comissão de Mortos e Desaparecidos instituída pela Lei número 9140, de 04 de dezembro de 1995 e tantas outras já criadas que hoje tem como expoente a famigerada Comissão Nacional da Verdade, criada pela atual Presidente da República com fins bastante escusos e cujo objetivo maior é tentar, isto mesmo só tentar, anular a Lei de Anistia. Raimundo Gonçalves Figueiredo é um dos nomes glorificado no livro “Dos Filhos Deste Solo”(pág. 443), editado com dinheiro do contribuinte e no qual Nilmário Miranda, ex-militante da Política Operária(POLOP) e ex-secretário de Direitos Humanos do Governo Lula, faz apologia do terrorismo e da luta armada, através do resultado dos trabalhos da referida Comissão da qual foi o principal mentor.

            Embora tenha pensado inicialmente em parar com os exemplos de atentados decidi neste momento  me estender  um pouco mais  com o tema.

Assim é que amanhã dia 19/03/2014 vamos abordar o atentado no qual morreu Mário Kozel Filho, soldado do Exército quando de serviço de sentinela no portão da entrada principal do Quartel General do então II Exército. Espero que amanhã estejamos juntos.
 
    

 

 


 

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