50 ANOS DA CONTRARREVOLUÇÃO DE 31/03/1964
DOCUMENTÁRIO – ARTIGO XX
É o mínimo que você precisa saber para não estar fazendo papel de idiota, sendo levado de roldão pela política desastrosa do atual Governo Federal.
Por Aluísio Madruga de Moura e Souza
Participaram do crime hediondo que vitimou de morte o soldado Mário Kozel , deixando mais três soldados seus colegas que também estavam de serviço feridos os criminosos Diógenes José de Carvalho – o Diógenes do PT, aquele que não muito distante no tempo esteve na mídia por possíveis implicações com “ bicheiros” durante o Governo petista do  senhor Olívio Dutra , então governador do Rio Grande do Sul e ex-Ministro das Cidades;Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata  Ferraz Guerra Andrade e José  Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Quanto a Lamarca este continuou na VPR, sequestrando, assaltando, assassinando e praticando vários outros tipos de crimes, até o dia em que morreu, de armas na mão, enfrentando uma patrulha do Exército que o encontrou no interior da Bahia.
Apesar de todos os crimes que cometeu, sendo o mais torpe deles o assassinato a coronhadas de seu prisioneiro Tenente Alberto Mendes Junior da Polícia Militar de São Paulo, Lamarca é apontado como herói pelos seus comparsas e demais esquerdistas e por parte de nossa mídia, exatamente aquela totalmente infiltrada, enquanto o outro lado se cala. Até quando? Propõem que ruas passem a ter o seu nome, tentam colocar seus restos mortais num mausoléu em Brasília e até um filme foi produzido para homenageá-lo...
Quanto ao jovem soldado de serviço quando incorporado e servindo a Pátria por dever de Lei, filho único de família pobre, este,  está, totalmente esquecido ocorrendo o mesmo com seus idosos pais. Além do esquecimento, a Comissão dos mortos e desaparecidos, que já concedera e continua concedendo vultosas indenizações e aposentadorias às famílias dos terroristas que morreram em consequência de seus atos insanos e a outros que aí  estão, estes sob a alegação de que a época perderam seus empregos. Indenizaram a família de Lamarca e lhes pagam pensão de coronel o que contraria a lei porque além de ladrão ele foi desertor e não fez o curso obrigatório que se aprovado lhe daria direito as promoções ao posto de major, tenente - coronel e coronel. E imaginem, a justiça chegou a promove-lo a general de brigada mesmo sem ter realizado o curso de altos estudos militares e sem ter comandado Unidade, requisitos básicos para tal. Foi preciso o Exército recorrer para reverter tamanho absurdo. Este é o quadro em que vivemos.
Vamos citar apenas mais um caso relacionado com as ações dos que hoje se dizem vítimas da “ditadura militar”  que foi o assassinato do Major do Exército José Tojas Martinez Filho, na cidade do Rio de Janeiro. Entendemos que uns poucos exemplos contados, como já o fizemos, são suficientes para que o leitor entenda que esses que estão na atualidade recebendo indenizações dos cofres públicos e posando de heróis deveriam mesmo era ter vergonha dos atos abomináveis que praticaram.
Em verdade, no início de abril a Brigada Pára- Quedista recebeu uma denúncia de que um casal de terroristas ocupara uma casa localizada na rua Niquelândia, número 23, em Campo Grande/RJ. Não desejando passar este informe à 2º Sessão do então I Exército sem aprofunda-lo, a 2º Sessão da Brigada, chefiada pelo Major Toja Martinez, montou um esquema de vigilância sobre a citada residência. Por volta das 23 horas desse mesmo dia, chegou em um taxi um casal estacionando-o nas proximidades da casa vigiada. A mulher ostentava uma volumosa barriga, que indicava estar em estado adiantado de gravidez. O fato sensibilizou o Major que impelido por seu sentimento de solidariedade, agiu impulsivamente, visando a preservar a “senhora” de possíveis riscos. O Major Toja Martines acabara de terminar o curso de Altos Estudos da Escola de Comando e Estado Maior do Exército (ECEME) com duração de três anos estando, portanto, afastado da tropa exatamente no período em que a guerra Revolucionária se desenvolvera e por esta razão afastado desses problemas, em função da própria vida escolar bastante intensa. Amanhã dia 21/03/2014, escreveremos sobre o desenrolar da operação que redundou na morte do Major Tojas Martinez.       

 

 

 

 

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