Não tem outra maneira de começar este artigo a não ser dizendo, e mostrando com fatos reais, que heróis existem. E muitos deles existem aqui mesmo no Brasil. Não se trata de uma “indireta” ou de uma insinuação para que o TSE patrocinasse uma propaganda sobre heróis decente e verdadeira. É uma “direta” mesmo, explícita.

 

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Ao invés de ficar exaltando indivíduos que pretendiam fazer do Brasil uma Cuba gigante ou o pessoal que saiu às ruas, igual a pau mandado (e financiado, obviamente, inclusive pelo partido que hoje está no poder) para pedir as “diretas já”, responsável, hoje, pela total esquerdização do país (sem falar na roubalheira generalizada e no caos social nas cidades e nos campos), o TSE deveria ter olhado para outros personagens sociais. Temos policiais, bombeiros, médicos, agricultores, cientistas, professores e até empresários - muitos deles trabalhando em suas funções por simples vocação para herói. Exemplos não faltam.  

 

Está lá no jornal O DIA, de 12 de abril de 2008: Militares salvaram mais de dois mil bolivianos da fúria das enchentes. Fim da missão foi adiado. Trata-se da missão humanitária de militares brasileiros na Bolívia, na qual, até agora, homens de três turmas da Aeronáutica e do Exército salvaram mais de duas mil pessoas ilhadas por enchentes naquele país, e passaram a ser chamados de heróis pela população. Heróis na terra dos outros. Aqui, são achincalhados incessantemente pela propaganda esquerdista deturpadora da verdade e aviltados, em crime de lesa-pátria, pelo governo, em seus salários.

 

Desde que chegaram ao país vizinho, no dia 28 de janeiro, o trabalho dos militares brasileiros tem consistido em distribuir ajuda humanitária (170 toneladas de alimentos e remédios, entre outros itens, foram transportadas) e em resgatar bolivianos ilhados. Num mesmo dia, 400 pessoas chegaram a ser levadas em helicópteros, em ações que muitas vezes, como relata a reportagem de O DIA, ganhavam contornos dramáticos, nas quais militares desciam de guincho do helicóptero para fazer resgates ou nas quais, devido ao desespero, as pessoas invadiam a aeronave quando esta aterrissava.

 

Não cessarei de falar nas vítimas do AERUS (plano de previdência da Varig), covardemente tratadas como lixo pelo governo federal; não cessarei de falar que os dois maiores acidentes aéreos do país não foram convenientemente apurados por causa de política (e economia, é claro); não cessarei de falar na visível e óbvia neo-comunização do nosso país, sob a falácia de uma democracia (que nada mais é do que a ditadura do voto da maioria, criminosa e intencionalmente, mal formada e mal informada); e não cessarei de falar na urgente necessidade de que se conceda aumento, fazendo valer a lei de isonomia entre os poderes e funções, para os profissionais das FFAA.

 

É cansativo, é enfadonho, é repetitivo, eu sei, mas, não cessarei. Já tenho mesmo o carimbo de ‘EXTREMISTA DE DIREITA” pela esquerda e de “LIBERAL IRRESPONSÁVEL” pela direita, de modo que mais um carimbo, ou não, não fará muita diferença. A única coisa que sempre digo é que: “sinto muito se falar a verdade, agora, significa ir contra o governo federal ou contra os comunistas – reclamem com os fatos e, por favor, sem deturpá-los ou corrompê-los, se é que são capazes de assim proceder”.

 

Rebecca Santoro
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