Por José Manuel ex-tripulante Varig
Comemora-se este mês os 25 anos da queda do muro de Berlim. Neste domingo 09-11, houve uma belíssima festa, com a nação Alemã mais do que nunca unificada e mostrando que pode, deve e tem como apagar uma das maiores tragédias humanas da qual foi a protagonista principal, mas acima de tudo soube ultrapassar com galhardia e muito trabalho ao largo da miséria psíquica e intelectual dos de dentro antes e dos do leste depois.
A guerra protagonizada pelas alucinações medíocres de um ideário ariano puro, levou o terceiro Reich comandado por um megalômano, racista e doente mental , a uma febre coletiva, ao usar os alucinógenos  pátria e xenofobia  a um clímax, como alimento a um povo ávido por uma liderança e  ferido por um resgate por perdas vultosas anteriores.

O resultado, todos nós conhecemos, com milhares de crimes contra a humanidade cometidos e um país estraçalhado, com as suas entranhas expostas.

 As nações que mais perderam com a guerra, em danos materiais e vidas perdidas, Inglaterra e França perceberam logo após o término dessa catástrofe, que teriam que ajudar o ex-inimigo, pois não havia como deixar de reconhecer as qualidades intelectuais de um povo e, apesar de tudo o que aconteceu, nas mais diversas áreas de atuação.

A eles se juntaram os Estados Unidos com o seu plano Marshall de reconstrução tanto ao país devastado, bem como a toda a área européia afetada e nada mais natural, pois todos teriam a ganhar com a recuperação da Alemanha e a pacificação de toda aquela área conflitada. 

Todos perderam em maior ou menor grau, mas os aliados do oeste ao fomentarem a reconstrução, entraram digamos com o " amor", enquanto que os do leste chegaram com o costumeiro  " ódio " comunista " Made in 1917 ".

Na contramão da história como sempre, e logo após a derrota dos idiotas "de dentro ", os idiotas "do leste" chegaram montados nos seus cavalos cossacos, infectados pelo veneno das estepes, encharcados de vodca e repatriando tudo para as datchas, pogromms Stalinistas e gulags paradisíacos na Sibéria.

Fizeram com a parte Alemã ocupada por eles durante 44 anos, uma verdadeira barbárie, como  o estupro de 100 mil mulheres berlinenses e 10 mil delas se suicidaram pela humilhação que sofreram.

Rapinaram como de costume em todos os países onde se instalaram ilegalmente, tudo o que a Alemanha tinha de bom, deixando de presente ao mundo um horror chamado " Muro de Berlim " ou Berliner Mauer, prédios cinza ódio e o máximo de tecnologia que conseguiram; O " Trabant ", esplêndido veículo que só eles conseguiram fazer. 

Aliás, esses cossacos do mal, também fizeram isso em Angola, ajudados pelos seus capangas Cubanos, que  rapinaram tudo e com vontade , desde aparelhos de ar-condicionado, passando por geladeiras, automóveis e outros bens de consumo, além é claro de milhares de estupros, praxe normal em suas filosofias comuno-porcas.

Os navios chegavam a fazer fila no porto de Luanda para o saque generalizado e eu próprio fui um observador involuntário dessas práticas quando em ações de ajuda humanitária que a então necessária VARIG  fez, a pedido do governo brasileiro. Para isso ela servia, à pátria amada Brasil. 

À medida que essas bestas humanas foram caindo em desgraça, nós felizmente fomos nos esquecendo que  eles existiam e os Americanos ajudaram muito ao conseguir aqui pelas Américas encurralá-los, confiná-los a um pequeno ponto inexpressivo no Caribe.

Mas, como eles não desistem de espalhar o mal pelo mundo, porque nasceram para isso, foram se infiltrando de todas as formas possíveis e hoje já conseguem levar países notoriamente ricos e democráticos, ao desastre político e à falência econômica.

Nós do AERUS, acabamos fazendo parte desse pogromm, e como não puderam passar um muro por nossas casas, fizeram uma parede imaginária bem ao seu estilo, nos empalando vivos e nos separando de toda e qualquer forma civilizada de viver adequadamente.

É assim que eles agem  e os exemplos não nos faltaram ao longo da história.

O Muro de Berlim demorou 44 anos, mas a festa de agora comemora 25 de seu enterro histórico.

A Parede do Aerus, já está aí nas nossas vidas há nove anos ceifando vidas.

Precisamos escolher definitivamente agora vendo essa festa de Berlim, se queremos ser como os Alemães e derrubar de uma vez essa parede, ou continuar como os  descendentes  de Ivan o terrível, ou Grozni para os íntimos e o seu colega barbudo e charuteiro do Caribe.

A primeira opção, nos livrará desse mal de uma vez e teremos como comemorar, como os Alemães.

A segunda, bem a segunda, todos sabem onde iremos parar.

 

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