Ternuma Regional Brasília
Por Carlos Alberto Cordella

Lula foi eleito presidente, em 2002, após anos de uma bem sucedida e elaborada farsa. Construído e moldado a partir de uma mentira foi estigmatizado, pela imaginação popular, se transformando num mito. O proletário, sem instrução, saído do nada levaria a nação ao ápice de sua história. Lula era a esperança de um novo Messias. Analistas e pseudo-entendidos ou seriam pseudo-entediados dessa política degradante, que apodrece o país há anos, consideraram sua eleição um avanço político. Lula mudaria o rumo e a mesmice perpetuada na política nacional. Hoje, passados quatro anos, ninguém duvida que a reeleição de Lula, caso venha a ocorrer, será um retrocesso de autofagia política do país.

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Não se trata aqui de discutir sobre quem seria o melhor, mas a questão básica e fundamental, neste momento, é que o atual quadro que aí está não pode e não deve continuar.

Lula enganou o povo ao prometer o que não poderia cumprir. Mentiu ao lhe dar esperanças sabendo que não tinha capacidade para desenvolver e coordenar o que prometera. Mentiu ao se comprometer com a verdade, a moral e a ética.   Lula mentiu ao povo sobre Lula. Lula provou nestes quatro anos ser uma farsa e ao desmascarar o mito, mostrou um viés autoritário de incompetência mesclado ao radicalismo da esquerda. A mesma esquerda que ao deter o poder deu provas de não ser melhor do que à direita.

Lula não passa de um vendilhão a serviço de uma ideologia funesta, decadente e ultrapassada. Em breve, Lula não passará de uma pífia esperança perdida e esquecida na lembrança do povo. Com certeza, pelo que fez até aqui, Lula já conquistou o direito sagrado de ingressar na mesma confraria hoje compartilhada por Collor, Maluf e seus asseclas mensaleiros e sanguessugas.

E nesse arcabouço fisiológico está estruturado o sistema político nacional clamando, desesperadamente, por mudança. A mudança se faz necessária e urgente e não podemos perder este momento histórico. Não estamos aqui discutindo quem é o melhor. Estamos apenas propondo a eliminação do pior.

Chega de mudarmos as moscas mantendo o esterco. Está na hora de jogarmos o esterco pelo esgoto e eliminar, definitivamente, as moscas.

Chega de escândalos envolvendo milhões, os mesmos milhões que são roubados do salário e da mesa do trabalhador honesto e honrado que apenas anseia por uma vida dígna.

Chega dessa valsa da corrupção lesando incessantemente os cofres públicos e o bolso do contribuinte.

Chega desse sistema político promíscuo.

Chega do voto de cabresto, onde hoje a figura do coronel é representada pelo próprio governo que distribui bolsas esmolas propiciando a manutenção da famigerada indústria da miséria com a perpetuação de uma sociedade parasitária, submissa e acéfala.

Chega de dossiês do jabaculê, dos rituais dançantes e dos  infindáveis propinodutos onde se conhece a origem mas nunca se chega ao destino.

Como diria o saudoso coronel Odorico Paraguaçu, chega desses finalmentes de maucaratismo corruptista, mormentemente juramentados na vigarice e sem vergonhice da impunidez descarada.

Chega de enganação. O Brasil precisa de uma reforma política urgente e devemos cobrar isso desde já e do próximo presidente como seu primeiro ato de governo.

O atual governo não passa de uma pornochanchada  barata e mal resolvida.

Chega de messianismo. Queremos um governo comprometido com o Brasil, com sua gente  e acima de tudo, que seja respeitado por todos. Queremos um governo, no mínimo, comprometido com a moral e a ética.

Para que isto ocorra só precisamos exercer nosso voto com responsabilidade e exigir de nossos políticos que respeitem a si próprios.

“Somente duas coisas são infinitas, o Universo e a estupidez humana e não estou bem certo sobre o Universo!”

 

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