Recebido por e-mail de Carlos Engelberg 
Segue abaixo uma alusão ao "Dia do Soldado" de um "autor desconhecido",mas que se assemelha a todos nós "guerreiros" que labutamos na "caserna"....................................................................................................

Um dia usei farda, camuflagem, cantil e fuzil. Cavei trincheiras, marchei em ordem unida. Prestei continência, corri em acelerado. Cantei o hino nacional, da bandeira e da brigada. Tirei guarda, fiz faxina, puxei pernoites. Fiz corridinhas mixurucas que não davam nem pra cansar. Aprendi sobre honra, retidão, respeito e confiança e que armas não geram violência e flores não trazem a paz.
E sim, as intenções das mãos que as carregam. Aprendi que devemos respeitar pai e mãe. Que a família é a base da educação. Hoje minha farda não é mais um camuflado. Algumas fotos já amareladas pelo tempo, me acertam o peito e fazem meus olhos jorrarem.

Minha garganta sufocada por um nó de saudade, me lembra que a minha missão já foi cumprida. Que minhas batalhas já não são mais em trincheiras. Do estampido do fuzil nunca me esqueço e ainda sinto o solavanco da chapa da soleira em meu peito. As noites na guarda, ainda estão nas lembranças e os amigos de companhia em meu coração.

Não uso camuflagem, nem mato minha sede no cantil, nem presto mais continência e nem ordem unida. Mesmo assim, minha alma nunca deixará de ser um Soldado.

Autor desconhecido

 

Comentários  
#2 Luis Augusto 27-08-2015 10:56
Assino em baixo.
Meus filhos não serviram, e certas coisas não entendem, pois fica impregnada na alma o tempo da caserna.
#1 Of SIP Refo 27-08-2015 02:49
O luto continua! "O soldado" bem treinado, adestrado, leal e honesto, com alma patriótica salvaria o Brasil! Deus abençoe a todos de bom coração - salve o seu dia!
Adicionar comentário