PChagas -14/09/2015
As Forças Armadas são disciplinadas, mas não estão mortas!
Caros amigos
Desde o início da “crise militar” - criada pela traiçoeira incompetência do PT e pelos não menos incompetentes, atabalhoados e traiçoeiros dirigentes do seu pretenso braço armado, o chamado “exército do stalinde” - que estou “virado no back”(*) dos Comandantes das FFAA, em particular do Gen Eduardo Villas Bôas e de seu Chefe de Estado Maior, Gen Sérgio Etchegoyen, confiante no contra ataque e na marcação do gol da vitória.

Sem desdenhar da gravidade da investida, mas com a tranquilidade de um soldado que conhece a sua Força e de um subordinado que acredita no seu Comandante, manifestei, desde a primeira hora da investida adversária, a minha confiança na competência e no senso de responsabilidade de quem, por formação profissional e moral, sempre foi melhor do que os citados conspiradores.

Há muito aprendi que o mínimo de competência a ser exigido de um chefe-líder é a competência para usar a competência dos seus parceiros e subordinados, é o “saber quem sabe”, é ter humildade para ouvir, coragem para decidir e determinação para executar!

As FFAA saem fortalecidas deste evento pois deixaram muito claro ao inimigo que não estão alheias às suas manobras, por mais dissimuladas e sutis que possam parecer e que não permitirão qualquer interferência política ou ideológica nas clausulas pétreas que têm alicerçado a formação de seus quadros, o seu processo evolutivo e o seu histórico compromisso com a democracia.

Minha confiança nos Comandantes, hoje redobrada, foi criticada por muitos, alguns por justificado desconhecimento, outros por me julgarem desinformado e até conivente com o inimigo, outros por temer pela ingenuidade e pela aparente apatia dos militares face à falta de caráter daqueles com os quais têm que conviver por força de preceito constitucional, outros, ainda, criticaram-me por serem vítimas da vaidade e da arrogância que os faz julgarem-se os donos absolutos da verdade e os únicos capazes de defender o bem.

O artigo, publicado no jornal Zero Hora de hoje, 14 de setembro, de autoria do Jurista e Ex Ministro da Defesa, Nelson Jobim, reporta com segurança e profissionalismo o trabalho realizado pelas Forças para neutralizar a ousadia dos canalhas e que contou com seu pronto e competente assessoramento (é preciso “saber quem sabe”).

http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/2015/09/14/artigo-decreto-sobre-militares/?topo=13,1,1,,,13

Continua a valer, portanto, a afirmação de que a sociedade pode confiar no bom senso e nas atitudes dos homens a quem confia o último recurso da razão e o PT e seu “exército”, por sua vez, continuam a saber que as Forças Armadas são disciplinadas, mas não estão mortas.

Comentários  
#4 Francisco Cioffi 29-09-2015 19:55
Não estão mortas ? Já tem até músico ganhando mais do que General !
#3 Roberto Albernaz 18-09-2015 05:53
Como disse Carlos Massa ( ratinho ) em seu programa televisivo: O povo já não aguenta mais tanta roubalheira e desvio de dinheiro público,imposto s altos,quando os " Homens dos botões dourados " decidirem voltar...." É Brasil, precisamos dar um basta nisso tudo,já foram muito enganados principalmente por um cachaceiro que resolve seus problemas depois de beber. Chega!Lembram do jornalista americano que foi expulso do país depois de dizer que o ex-presidente Lula bebia..... esse jornalista estava certíssimo!!!
#2 José Mauricio Doming 17-09-2015 21:48
Então sr.s militares mostrem aos brasileiros que ainda confiam nos sr.s ,que ainda estão vivos,
#1 Homero Scheidt 15-09-2015 12:21
Somente agora li o artigo do Nelson Jobim, mas não identifiquei onde é que ele teria se reportado ao "trabalho realizado pelas Forças para neutralizar a ousadia dos canalhas".
Todavia, diante daquelas informações, penso que a coisa está, como sempre esteve, resolvida: É só os comandantes, quando editarem algum ato de gestão expressarem que o fazem "no uso das atribuições que lhes são conferidas pela LC 67/99". E, se não gostarem, os petralhas que façam o que acharem melhor.
Afinal, ordem absurda não se cumpre, não é mesmo?
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