Resumo da palestra do Cmt Militar do Sul, ontem, no CPOR/PA.
Publicado em Zero Hora de 16/09/15.
INFORME ESPECIAL | Tulio Milman, página 2, (ele estava lá)
Novos tempos
Um general de exército, diante de uma plateia composta por civis e militares, completamente aberto ao diálogo. Aconteceu ontem, em Porto Alegre, na abertura de um evento organizado pelo CPOR.(obsrvação minha: muitos civis, inclusive alunos de faculdades. militares da reserva e alunos CPOR)
O comandante militar do Sul, general Antônio Mourão, expôs suas visões sobre o Brasil contemporâneo para um auditório lotado. “São as minhas opiniões”, deixou claro antes de começar. Alguns dos posicionamentos de Mourão, um dos militares mais influentes do país:

Sobre a política no Brasil:
-“Os políticos viraram escravos das pesquisas de opinião. Esquerda e direita se encontram na corrupção”.

-“Cadê o líder aqui na América do Sul? Temos algumas figuras de folclore”.

-“Não é possível que um governo tenha 22 mil cargos de confiança para nomear”.

Sobre relações exteriores:

-“O Itamaraty foi bypassado pelo Foro de São Paulo. É ele que dá o ditame de uma diplomacia paralela”.

Sobre o papel do Exército:

-“Nós sabemos como fazer. O que fazer tem que ser definido pelo conjunto da sociedade”.

-“O emprego do Exército na segurança pública deve ser limitado no tempo e no espaço. Somos treinados para outra coisa. Mas a gente não escolhe missão”.

Sobre a qualidade das informações passadas aos governantes:

-“Quem decide precisa de uma agência de inteligência forte. Hoje, nossos agentes são escolhidos por concurso e têm seus nomes publicados no Diário Oficial. O Brasil é o único país do mundo onde isso acontece”.

Sobre o desfecho da crise política:

Mourão identifica quatro cenários possíveis para o Brasil.

-1. Sobrevida – Mesmo enfraquecido, o governo Dilma chega ao final do mandato.

-2. Queda controlada – Dilma renuncia ou se afasta por iniciativa própria, negociando a transição.

-3. Renovação – Descontinuidade do governo com novas eleições.

-4. Caos.

 

Comentários  
#5 carlos alberto brand 13-02-2016 11:58
militares, escrevam o que eu digo: se não agirem agora, este pais vai perder todo o avanço que houve, sem infra-estrutura , sem industria forte, vivendo da venda de comodites e com corrupção diária. Nosso povo é simples e ignorante, estes falsos demagogos lhes prometem coisas que o povo gostaria de ter, mas serão levados para o caos pois o governo não sabe administrar e produzir, so aumenta impostos ate sufocar a sociedade. ajam
#4 Francisco Cioffi 23-09-2015 23:36
No meu entendimento interpreto os quesitos do Sr. General da seguinte forma :
Item 1 - Sobrevida desse desgoverno só se for na cadeia junto com a quadrilha desse desgoverno.
Item 2 - Queda controlada com o Congresso deflagrando um processo de Impeachment o que ainda tenho as minhas dúvidas. Os delatores já começam a acusar Cunha de dar a ultima palavra no caso Petrolão. A considerar o resultado do TCU.
Item 3 - Renovação com o resultado do TCU e TCE caso crime eleitoral cometido.
Item 4- Caos - Dilma se agarra em Levandovsky e no STF aparelhado para tentar evitar o Impeachment. Caos institucional e econômico !
#3 Haroldo nunes 20-09-2015 14:08
Prezado General acredito que o 1º item deve ser a intervenção militar e o 2º uma faxina geral no Brasil com imediato banimento de toda essa corja que se apoderou do País, precedido evidentemente da devolução de todo o dinheiro roubado.
#2 geraldo albuquerque 17-09-2015 23:54
Eu acrescentaria o quinto item - Intervenção militar para ontem.
#1 José Mauricio Doming 17-09-2015 21:31
QUERO DEIXAR BEM CLARO AO GENERAL MOURÃO QUE O QUARTO ITEM JÁ ESTA OCORRENDO.
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