O texto do historiador José Murilo de Carvalho pretende desqualificar a opinião de um cidadão brasileiro na plenitude dos seus direitos de livre expressão e manifestação pelo simples fato de ser ele um militar da ativa do Exército Brasileiro. Além de fazer uma série de ilações e cometer imprecisões no seu texto tenta revisar a história. Justo ele que diz conhecer parcela do estamento militar e, portanto, sabe do preparo técnico-profissional e da competência nos domínios da cultura geral que os militares possuem. Finalizo afirmando que o General Mourão deve se orgulhar do seu homônimo que desencadeou o deslocamento militar que coroou a reação democrática de março de 1964 e deu início ao regime de exceção.

http://oglobo.globo.com/opiniao/luz-amarela-17907990
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Prezados

Vejam a importância dos fatos que ultrapassam os muros dos quartéis e chegam à sociedade.

Não há porque ser pequeno ou grande mudo, o segmento militar é parte dessa sociedade, que por princípio deve ser organizada, composta por cidadãos que exercem todas as atividades, sem farda ou com farda, civis ou militares, e, portanto como parte da sociedade, deve se pronunciar diante das relevantes questões nacionais, em especial na descomunal crise econômica e social, quando avultam por parte de representantes do governo ou aliados, incentivos à luta, tipo exército do Stedile, do presidente da CUT, do deputado Sibá Machado e a pregação exposta na última propaganda do PC do B.

É preciso demonstrar que as FA estão a serviço da Nação.

As manchetes abaixo inseridas e o Jornal da Cultura demonstram que as FA não estão na região do conforto diante da realidade. Risco de atirar, risco de falar, risco de agir, de se ferir, na vida sempre os há. Interessante que o experiente jornalista do telejornal, diz que perde a voz. Vejam.

Saudações

Ernesto Caruso

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Discordo inteiramente: a exoneração do general Mourão não foi um ato puramente administrativo, de rotina. Foi uma retaliação ao herói, general Mourão, pois heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências (William Shakespeare, em O Menestrel).

O motivo da demissão, veiculada hoje pelos principais jornais, segundo fonte do MD teria sido as críticas que o general Mourão fizera ao governo (“a mera substituição da PR não trará mudança significativa no 'status quo'" e a vantagem da mudança será o descarte da incompetência, má gestão e corrupção" ... in verbis) e a autorização que dera para que, na 3ª. DE, grande unidade sob sua jurisdição, fosse formada a tropa em homenagem póstuma ao então coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que atuou na repressão durante a “ ditadura militar ”.

Examinando-se as justificativas do MD percebe-se que a segunda - a autorização que dera ( o general Mourão ) para que, na 3ª. DE, grande unidade sob sua jurisdição, fosse formada a tropa para prestar homenagem póstuma ao então coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que atuou na repressão durante a “ ditadura militar ” – indica, sutilmente, que o verdadeiro alvo é o general Villas Bôas.

Então, por que o MD não queimou etapas, exonerando, imediatamente, o general VB ? A resposta requer um raciocínio sutil: é por que o MD teme uma reação do general Mourão, com este, ainda, no comando do CMS. Depois de empossado um general de sua inteira confiança (será que existe esse general ?), o comunista Aldo Rebelo tentará consumar seu plano de exonerar o general VB.

Lembro as palavras do patriarca José Bonifácio de Andrada e Silva ao príncipe regente D. Pedro: PÕE ESTA COROA EM TUA CABEÇA, PEDRO, ANTES QUE ALGUM AVENTUREIRO LANCE MÃO DELA ... Renam Calheiros, Eduardo Cunha, Michel Temer, ou o próprio lularápio. As próximas 48 horas serão decisivas para o Brasil: ou um governo forte, de salvação nacional, ou a comunização do país.

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Defesa exonera comandante militar que criticou o governo

Divulgação/Exército Brasileiro

General do Exército Antônio Hamilton Martins Mourão, comandante Militar do Sul

VALDO CRUZ

DE BRASÍLIA

IGOR GIELOW

DIRETOR DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

29/10/2015 19h08 - Atualizado às 19h58

O Ministério da Defesa exonerou do Comando Militar do Sul o general Antônio Mourão. O motivo:críticas que fez ao governo Dilma Rousseff e pelo fato de que uma homenagem póstuma a um chefe da repressão na ditadura ocorreu em um quartel sob sua jurisdição.

Mourão é um dos mais respeitados comandantes militares do Exército, e foi transferido para a Secretaria de Finanças, um cargo burocrático em Brasília. A mudanças foi incluída num pacote amplo de remanejamentos de postos militares, mas foi a única motivada por evento político. A Folha não conseguiu contato com ele.

No dia 17 de setembro, Mourão havia dito em uma palestra em Porto Alegre que "a maioria dos políticos de hoje parecem privados de atributos intelectuais próprios e de ideologias, enquanto dominam a técnica de apresentar grandes ilusões".

Além disso, ao comentar a possibilidade de impeachment de Dilma, ele afirmou que "a mera substituição da PR [presidente da República] não trará mudança significativa no 'status quo'" e que "a vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção".

O caso foi revelado pelo jornal "Zero Hora", e detalhado pela Folha há dez dias.

Para piorar a situação de Mourão, que não comentou as afirmações, um general sob seu comando promoveu uma homenagem póstuma ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra na segunda (26).

Morto no dia 15 deste mês, Ustra foi chefe do DOI-Codi, um dos principais centros de tortura e repressão aos adversários do regime militar (1964-85).

Ustra era de Santa Maria (RS), onde ocorreu a homenagem no quartel da 3ª Divisão do Exército. O convite para o evento, datado do dia 23, foi assinado pelo comandante da unidade, general José Carlos Cardoso.

Segundo a Folha apurou, o ministro Aldo Rebelo (Defesa) avisou previamente a presidente da medida. Para o ministro, Mourão perdeu a condição de comando com a sequência de fatos. A exoneração será um teste político para Aldo, que é do PC do B, partido que notabilizou-se durante a ditadura por promover uma guerrilha contra o governo militar.

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Realmente, se faltasse ao general Mourão a coragem que Shakespeare, sabiamente, cobra dos líderes, essa frase não deveria caber em seu discurso. Por outro lado, o condicional “ se existisse ” é totalmente dispensável por ser público e notório que a presidanta é incompetente, corrupta e mentirosa. Não há observador – a não ser entre os incautos e coniventes – que não enxergue a olho nu as falcatruas praticadas com a conivência e/ou cumplicidade dela, tanto assim que seu índice de rejeição é altíssimo, jamais visto em outra época no Brasil e beira a unanimidade. Falta comprovação dos motivos que levariam ao impeachment ? É impossível dizer que sim. O roubo campeia e o país está à deriva, caminhando para o desastre. Ninguém em sã consciência pode ignorar esse fato. Se existe ou não alguém que a substitua, essa é outra questão a ser resolvida depois que ela for defenestrada do poder. É preciso extrair, o quanto antes, esse corpo estranho que vem comprometendo a já debilitada saúde do organismo.

Batalha

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Meus prezados correspondentes e Amigos: desde a primeira edição do meu livro BRASIL:SEMPRE (em 1986) venho dizendo que nossos chefes militares (que assumiram o comando das FFAA) - depois da entrega do governo aos civis - somente aprenderam a recuar, recuar e a recuar! COVARDIA PURA! Eu nunca tive meias palavras para com todos aqueles que - fardados e com comandos - confraternizaram com nossos INIMIGOS. Muitos dos meus "amigos" se afastaram de mim; outros, realmente AMIGOS e autênticos, me CRITICARAM; sempre estou aberto a críticas, pois sempre disse que não SOU DONO DA VERDADE; porém, para mim - nesse caso - somente existe uma VERDADE: são COVARDES e são TRAIDORES! não há coisa que mais me causa asco do que o COVARDE; há pouco, critique de forma DURA, CONTUNDENTE, a subserviência incompreensível ante a aceitação de um ministro da defesa patrocinado pela bandeira do PCdoB; inclusive, enviei artigo ao Jornal INCONFIDÊNCIA, sendo publicado, dizendo o seguinte: ESTE NÃO É, NUNCA FOI E NÃO SERÁ O MEU EXÉRCITO! Todos aqueles que me conhecem sabem que nunca, jamais refuguei missões, fossem quais fossem seus riscos à minha vida; nunca pratiquei um ato sequer baseado no MEDO, pelo contrário, sempre estive na linha-de-frente, enfrentando riscos. Assim, agora, estou profundamente chocado com a exoneração de um CHEFE, um verdadeiro CHEFE, que tive oportunidade de conhecer pessoalmente e, inclusive, de conversar com ele: o nosso grande General ANTÔNIO MOURÃO! Qual foi a causa de sua queda? Simplesmente porque - de modo sincero, corajoso, íntegro e leal - "ousou" criticar esse governo corrupto, podre, comunista até a medula - e, além disso, propôs uma homenagem ao nosso querido amigo e irmão de lutas - Cel. USTRA, recentemente falecido; ou seja, o pecado do General MOURÃO se resume em não ser COVARDE! Prezados: todos vocês que leram o meu livro BRASIL:SEMPRE, 2ª Edição, sabem muito bem o que eu coloquei a respeito do nosso Exército atual: Não é o mesmo do nosso tempo! Podem discordar disso, mas eu não estou vendo chifres em cabeça de cavalo; estou vendo a realidade, de forma pensada e esmiuçadamente estudada, assoma - essa realidade - na desmoralização que estamos sofrendo com esses ESTRUMES no COMANDO! Grande abraço do velho Carancho.

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Discordo inteiramente: a exoneração do general Mourão não foi um ato puramente administrativo, de rotina. Foi uma retaliação ao herói, general Mourão, pois heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências (William Shakespeare, em O Menestrel).

O motivo da demissão, veiculada hoje pelos principais jornais, segundo fonte do MD teria sido as críticas que o general Mourão fizera ao governo (“a mera substituição da PR não trará mudança significativa no 'status quo'" e a vantagem da mudança será o descarte da incompetência, má gestão e corrupção" ... in verbis) e a autorização que dera para que, na 3ª. DE, grande unidade sob sua jurisdição, fosse formada a tropa em homenagem póstuma ao então coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que atuou na repressão durante a “ ditadura militar ”.

Examinando-se as justificativas do MD percebe-se que a segunda - a autorização que dera ( o general Mourão ) para que, na 3ª. DE, grande unidade sob sua jurisdição, fosse formada a tropa para prestar homenagem póstuma ao então coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que atuou na repressão durante a “ ditadura militar ” – indica, sutilmente, que o verdadeiro alvo é o general Villas Bôas.

Então, por que o MD não queimou etapas, exonerando, imediatamente, o general VB ? A resposta requer um raciocínio sutil: é por que o MD teme uma reação do general Mourão, com este, ainda, no comando do CMS. Depois de empossado um general de sua inteira confiança (será que existe esse general ?), o comunista Aldo Rebelo tentará consumar seu plano de exonerar o general VB.

Lembro as palavras do patriarca José Bonifácio de Andrada e Silva ao príncipe regente D. Pedro: PÕE ESTA COROA EM TUA CABEÇA, PEDRO, ANTES QUE ALGUM AVENTUREIRO LANCE MÃO DELA ... Renam Calheiros, Eduardo Cunha, Michel Temer, ou o próprio lularápio. As próximas 48 horas serão decisivas para o Brasil: ou um governo forte, de salvação nacional, ou a comunização do país.

Batalha

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Amigos

 

A notícia de hoje transferência do General Antonio Hamilton Mourão por ter promovido homenagem ao Ustra me parece ter ultrapassado os limites de minima coerência e ainda por ação do Ministro da Defesa, membro do Partido COMUNISTA DO BRASIL PC DO B !!!!

O pior : ao  que lembro o Ustra não estava no Comando do Códi Dói qdo a nossa dirigente foi presa.

Observação do site www.averdadesufocada.com : A frase acima está certíssima. em janeiro de 1970 , o cel Ustra estava no Quartel General do II Exército , recém chegado e só  foi nomeado para comandar o DOI em 23 de setembro de 1970.Dilma já estava há meses no Presídio Tiradentes, em uma cela com outras subversivas , que era apelidada por elas de "a torre das donzelas" . Ustra permaneceu no comando de de 23/09/1970  até fins de dezembro de 1973, quando entrou em trânsito para assumir função em Brasília

Acredito que pelas normas um oficial da ativa não pode criticar o Governo.

Mas em termos, transferir porque homenageou um oficial falecido por ter cumprido ordens e teve uma vida exemplar na opção escolhida de servir a sua Pátria é inconcebível!!!

Por final : que moral tem este Governo de não aceitar uma critica a sua conduta ???

O clima nacional já é tão deprimente em todos os seus componentes, na sociedade,na economia e na classe política que uma conturbação na área militar não acrescentará nada para o futuro ao tão presente deprimente vida do sofrido brasileiro.

Mas sim, ficará como registro bem definido do estilo e comportamento deste infeliz Governo.

Paulo H SAWAYA

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Comentários  
#4 Francisco Cioffi 01-11-2015 23:58
Até que enfim surge uma liderança do Exercito de peito para dizer umas verdades sobre essa corja no poder. Não sei o que estão esperando para colocar o país nos trilhos. Verifiquem a reação de Mirian Leitão e Reinaldo Azevedo da Veja, o trotskista dissimulado !
#3 Fernando Fernandes 01-11-2015 12:29
No meu modo de pensar, a transferência do General Mourão para prestar serviços administrativos , está demonstrado o intuito de perseguição.
#2 italo lobo 31-10-2015 09:54
Pelo menos um não se agacha a estes corruPTos que estão no poder,aparelhan do o STF e o Congresso Nacional.
Como, um país como o Brasil tem uma Presidenta,um Presidente do Senado, um Presidente da Câmara envolvidos até o pescoço num mar de corrupção com a cobertura de um STF totalmente submisso?
Aonde está o espírito de Caxias,o espírito de homens dignos, patriotas e valentes, que não aceitam uma nação entregue a esbórnia da corrupção? Até quando vão ficar sentados sem nenhuma reação ou atitude contra tudo isso?
Covardes!!! Que se levantem os Mourões, libertem o país e tragam justiça.
E aos covardes, que fiquem aonde estão inertes debaixo da mesa, vendo a banda passar e o país sendo saqueado e destruído.
#1 SILVIO 30-10-2015 20:06
o general mostrou ser um grande oficial e um excelente comandante, sem temor e sem se preocupar com as consequências. na hora H a tropa o seguirá cegamente, NUNCA aos caladinhos ! não importará onde o general estiver, com um estalar com dedos moverá o exército inteiro, O VERDADEIRO EXÉRCITO, É CLARO !
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