Cubanos em Miami comemoram morte de Fidel Castro
Exilados fazem festa em Little Havana
Por Da Redação 26/11/2016
littlehavana
(Reprodução ABC News)
Dezenas de cubanos se reuniram na madrugada deste sábado com bandeiras de seu país e dos Estados Unidos nos arredores do restaurante Versailles, no bairro de Little Havana, em Miami, após tomarem conhecimento da morte de Fidel Castro, líder da revolução que levou milhares de pessoas a fugir de Cuba desde 1959.
Fidel, carismático , influenciou grande parte dos jovens.
Obs do site www.averdadesufocada.com : Fidel Castro foi um ditador que dominou com tirania o povo cubano por 48 anos.,  Além de tentar impor sua ideologia comunista em vários países.
Os guerrilheiros brasileiros que tentavam derrubar o  Regime Militar para implantar uma ditadura marxista leninista  foram apoiados de várias maneiras por ele - com cursos de guerrilhas , acolhendo exilados, fornecendo apoio financeiro  e  armas. José Dirceu, Franklin Martins , Cid Queiroz Benjamim, Fernando Gabeira, Joaquim Câmara Ferreira, Virgilio  Gomes da Silva , Paulo de Tarso Venceslau  e muitos outros estiveram em Cuba para aprenderem técnicas de guerrilhas.
Vários grupos de  jovens foram para Cuba e voltavam preparados para todos os tipos de atos terroristas 

 
O famoso restaurante foi palco de celebrações semelhantes cada vez que se intensificavam rumores da morte de Fidel, e de protestos e reuniões dos exilados em Miami.
 
Muitos sorriam para as câmeras, outros choravam da emoção e alguns bebiam champanhe diretamente da garrafa sem se importar com a presença de curiosos.
A notícia da morte de Fidel Castro foi dada por seu irmão Raúl Castro, atual presidente de Cuba, pouco antes da meia-noite, por isso muitos miamenses de origem cubana ainda não souberam.
A famosa rua 8 de Miami, a avenida principal da região chamada Little Havana, teve o tráfego interrompido porque muita gente foi para o asfalto.
 
+ 10 fatos sobre Fidel Castro, morto aos 90 anos
 
Ramón Saúl Sánchez, líder da organização do exílio cubano Movimento Democracia, lamentou hoje que a morte de um “tirano” – como definiu Fidel Castro – não signifique “a liberdade do povo de Cuba”.
 
“É a maior tristeza que tenho em meu coração”, afirmou à Agência Efe o ativista.
 
Fidel Castro morreu aos 90 anos às 22h29 de sexta-feira (hora local; 1h29 de sábado em Brasília), informou seu irmão, o presidente Raúl Castro, em pronunciamento na rede de televisão estatal.
 
O corpo do líder histórico da Revolução Cubana será cremado, “atendendo sua vontade expressa”, explicou Raúl, bastante emocionado.