Por Maria Joseita Silva Brilhante Ustra
As vítimas do terrorismo comunista foram esquecidas.
Membros de organizações subversivo-terroristas, que atuaram nas décadas de 60 e 70, há anos se dedicaram a doutrinar gerações e gerações, por meio de séries nas televisões, de filmes e lançamentos de livros,  louvando os “atos heróicos dos que lutaram pela liberdade”. 
Homenagens e mais homenagens endeusaram assassinos, sequestradores e terroristas, mortos pela “sanguinária ditadura”. 
Os pobres estudantes que dedicaram suas vidas para libertar o Brasil das garras dos militares“  foram ganhando nome de ruas, de escolas e memoriais .


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Com o passar dos anos, com os companheiros dessas organizações chegando ao poder pelo voto, cada vez mais a doutrinação das massas foi tomando vulto. Como um rolo compressor, com a força do poder e com o dinheiro público desencadearam uma campanha hedionda e, finalmente, atingiram ao planejado: uma  Comissão da Verdade foi criada, uma  comissão que prometeu ao povo o Direito à Memória e a Verdade. 
Mentira!

Na realidade uma comissão, que sabe a verdade, mas que quer dourar os feitos dos subversivos e terroristas; uma comissão que não quer que o povo saiba o que realmente se passou nas décadas de 60 e 70; uma comissão que não vai apresentar nos relatórios a história desse nosso passado recente; uma comissão que apenas oficializará uma história que está escrita desde que eles perderam a luta armada, uma história onde as vítimas que foram assassinadas pelos “estudantes desarmados”, serão esquecidas... Alguns dirão que nem foram tantas...
Nós queremos relembrar seus nomes e reverenciar todos os que tombaram pela fúria política de terroristas. 
Os seus algozes, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade, queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país. 
São 116 cidadãos brasileiros, dois militares estrangeiros que cursavam nossas escolas militares e um marinheiro inglês que visitava o Brasil que foram sacrificados e mortos com crueldade, mas que jamais são lembrados. 
O nome de seus algozes, são acobertados pelos tapetes vermelhos do Palácio do Planalto e protegidos por companheiros de organizações terroristas que hoje ocupam cargos chaves no governo brasileiro (os companheiros, ao chegarem ao poder, aparelharam o Estado).  

Esperemos os relatórios que infestarão os noticiários escritos e televisionados, os livros didáticos. Finalmente a história escrita ao sabor de suas ideologias, de suas fantasias, de suas omissões, será oficializada.
Uma  parte da sociedade, já doutrinada, não saberá porque foi necessário que as Forças Armadas pegassem em armas. A outra parte, até quando aceitará que seus filhos continuem a ser doutrinados? Não se sabe! Sabemos apenas, que o Brasil começa a acordar...

Os familiares dessas vítimas esquecidas querem que os “arautos dos direitos humanos” esclareçam à sociedade a verdadeira motivação que levou os subversivo-terroristas  a pegarem em armas e as circunstâncias em que seus entes queridos foram assassinados.

Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira faça justiça a estas vítimas esquecidas que perderam a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados nos combates, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso. 
A esses heróis esquecidos  o reconhecimento da democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão. 

Saiba mais
http://www.averdadesufocada.com/index.php/textos-de-terceiros-site-34/1739-1103-vtimas-esquecidas-at-no-carnaval
http://www.averdadesufocada.com/index.php/textos-de-terceiros-site-34/1751-1603-vtimas-esquecidas-ii-
http://www.averdadesufocada.com/index.php/textos-de-terceiros-site-34/1776-2603-vtimas-esquecidas-iii

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