Por Aluisio Madruga de Moura e Souza
Lamarca continuou na VPR, sequestrando, assaltando, assassinando e praticando vários outros atos de terrorismo, até o dia em que morreu, de armas na mão, enfrentando uma patrulha do Exército que o encontrou no interior da Bahia. Apesar de todos os crimes hediondo que cometeu, sendo o mais torpe deles o assassinato a coronhadas de seu prisioneiro Tenente Alberto Mendes Junior da Polícia Militar de São Paulo, Lamarca é apontado  como herói pelos esquerdistas e por parte da mídia, exatamente aquela infiltrada da qual tanto falo, enquanto o outro lado se cala. Propõem que ruas passem a ter seu nome e  tentam colocar seus restos mortais num mausoléu em Brasília e até um filme foi produzido para homenageá-lo...

Quanto ao soldado Mário Kozel Filho, soldado cumpridor de seus deveres, cidadão brasileiro que morreu em serviço da Pátria, este  está totalmente esquecido. Além de esquecido, a Comissão dos Mortos e Desaparecidos que já concedera e continua concedendo vultosas indenizações às famílias de muitos terroristas que morreram em consequência de seus atos insanos e, também, à muitos que aí estão e, portanto não desaparecido como especifica a Lei. Mas foram além e indenizaram a família de Lamarca, uma evidente provocação as Forças Armadas e à família do Mário Kozel e de tantos outros que morreram em consequência de atos terroristas.

Vamos citar mais um caso relacionado com as ações dos que hoje se dizem vítimas da “ditadura militar” que foi o assassinato do Major do Exército José Toja Martinez Filho, na cidade do Rio de Janeiro. Entendemos  que  estes  exemplos relatados, como estamos  fazendo são importantes, para que o leitor entenda que esses que estão  na atualidade recebendo indenizações dos cofres públicos e posando de heróis deveriam mesmo é ter vergonha dos atos abomináveis que praticaram. Para outras informações procurem o sita da “averdadesufocada” ou o do terrorismo nunca mais (Ternuma).

“No início  de abril, a Brigada Paraquedista recebeu uma denúncia de que um casal de terroristas ocupara uma casa na rua Niquelândia, número 23, em Campo Grande/RJ. Não desejando passar esse informe para a 2ª Sessão do I Exército sem aprofunda-lo a 2ª Sessão da Brigada, chefiada pelo Major Toja Martinez, montou um esquema de vigilância sobre a citada residência. Por volta das 23 horas desse dia, chegou em um taxi, um casal, estacionando-o nas proximidades da casa  vigiada. A mulher ostentava uma volumosa barriga, que indicava estar em estado adiantado de gravidez. O fato sensibilizou Martinez, que impelido por seu sentimento de solidariedade, agiu impulsivamente, visando a preservar a “senhora” de possíveis riscos. A época o major acabara de concluir o curso da Escola de Comando e Estado –Maior do , a mulherrevolucionária se desenvolvera, estivera afastado desses problemas, em função da própria vida escolar bastante intensa. Estagiário na Brigada Paraquedista, à qual também não estava afeta a missão de combate à subversão, não estavam seus componentes, portanto, habituados a virulência da ação terrorista, que se tornava a cada dia agressiva. Julgando que o casal nada tinha a ver com a subversão, Martinez iniciou a travessia da rua, a fim de solicitar-lhes que se afastassem daquela área. Ato continuo, de sua “barriga” formada por uma cesta de pão com uma abertura  para saque da arma alí escondida a mulher retirou um revólver, matando-o imediatamente, sem qualquer chance de reação. O capitão Parreira, de sua equipe, ao sair em sua defesa foi gravemente ferido por um tiro desferido pelo terrorista. Nesse momento, os demais agentes desencadearam cerrado tiroteio que causou a morte instantânea do casal de terroristas. Estes foram identificados como sendo militantes do Movimento Revolucionário   Oito de Outubro(MR-8), nome escolhido para a organização em homenagem a morte de Guevara. Eram eles Mário de Souza Prata e sua amante Marilena Vilas Boas Pinto, ambos de alta periculosidade e responsáveis por uma extensa lista de atos terroristas. No “aparelho” do casal, nome dado ao local que servia de esconderijo dos terroristas, foram encontrados explosivos, munição e armas, além de dezenas   levantamentos de bancos, de supermercados, de diplomatas estrangeiros e de generais do Exército.

Destino perverso esse que compensou com uma reação de ódio e violência o gesto de bondade tão característico do Toja Martinez. Ele deixou viúva e quatro filhos, sendo três meninas e um menino, a mais velha a época com onze anos de idade. Sua esposa com uma pequena pensão criou com sacrifício aquelas crianças que pelo ambiente familiar que desfrutavam eram, naturalmente, dóceis e afáveis. Com o apoio de familiares e amigos esta esposa e mãe suplantou a dor, os traumas decorrentes da morte inesperada e as dificuldades resultantes da ausência do chefe de família.

A esposa e filhos  do major Toja Martinez não pediram da Pátria, pela qual seu esposo e pai de seus filhos  morreu em cumprimento do dever, nenhum tipo de indenização e nem mesmo vê  necessidade de nenhuma homenagem. Apenas quer guardar a lembrança do esposo e pai carinhoso que ele foi. Mesmo assim, ele e tantos outros que tiveram fim semelhante  provocado por atos de terrorismo praticados por péssimos brasileiros e que hoje descaradamente se vangloriam das ações insanas que praticaram.(continua).

Se deseja conhecer mais sobre o assunto visite o site da “averdadesufocada” e o do “ternuma”, além de tantos outros.

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