As injustiças 
Fui amigo e defensor do saudoso Cel. do Exército Brasileiro Carlos Alberto Brilhante Ustra e repilo totalmente, indignado, a calúnia dita pelo missivista Márcio M. Carvalho ('As ordens de Geisel e o radicalismo') que em sua carta aqui publicada o chamou de 'facínora' injuriando sua honradez e saudosa memória quando escreveu maldosamente que ele teria "manchado a farda honrada do Exército Brasileiro" !
Mentira, mentira, mentira !!
O Ustra que conheci jamais desonrou a farda que vestiu e muito pelo contrário, fiel a ela, foi condecorado por seu exército em reconhecimento aos seus serviços ao longo de toda uma vida na defesa do Brasil contra seus inimigos, mormente os internos lá dos anos 60/70 que desejavam uma ditadura comunista neste país .

Ele em suas próprias palavras uma vez disse a mim : 'Boccato, lutei o bom combate, honrei minha farda que é a do Ex. Brasileiro, respeitei as leis de guerra e tenho sim sangue na farda que ganhei em combate justo contra um inimigo que aliás não respeitava lei alguma e se tivesse que ser soldado novamente em outra vida, o seria, e faria tudo novamente igual !'. Cristão, espírita e um fidalgo de gestos e atitudes seja como pessoa ou oficial de exército jamais em seus 83 anos de vida cometeu um único crime sequer ou ainda quaisquer ações de perversidade cruel (a definição de um facínora) e aqui lembro por exemplo seu esforço e de sua esposa para prover um enxoval a um recém nascido de uma presa subversiva que deu a luz na cadeia. Ustra e sua esposa, Joseíta, mesmo residentes em Brasília foram solidários em minha angústia diante da necessidade de enormes doações de sangue para minha esposa lá em 2013 por conta da leucemia que acabou por vitima-la mobilizando-se junto a amigos em Sp para tais doações .

Brilhante Ustra, entre ações cíveis e penais foi processado oito vezes por seus detratores em um verdadeiro "bullyng" judiciário contra sua pessoa .Nunca jamais conseguiram provar uma única acusação contra ele imputada.
Como pode então o sr. Márcio M. Carvalho ofende-lo desta forma, acusa-lo, a um homem cuja inocência foi provada em oito processos exaustivos onde sequer o Ministério Público
teve sucesso ?

Foi condenado apenas uma única vez e mesmo assim, civilmente, em primeira instância a mera reparação pecuniária cuja sentença foi posteriormente reformada por desembargadores que em uníssono votaram por sua absolvição !

Sua família exauriu-se financeiramente lançando mão de suas economias para defende-lo e com orgulho digo que fui um dos muitos que colaboraram tanto financeiramente quanto juridicamente para sua defesa.
Enquanto eu viver defenderei sua memória sempre que tentarem aviltar seu exemplo de homem, pai, marido, cidadão e soldado do exército brasileiro .
Já a sua viúva, sra. Joseíta Ustra, herdeira legal de sua memória e a quem cabe defender judicialmente sua honra uma que por lei a ela reserva-se este direito nos tribunais, enviei cópia da carta publicada caso ela assim deseje proceder contra o autor, fosse eu, o faria incontinenti.
Brilhante Ustra, foi e ainda é (sempre será) um herói do Exército Brasileiro, dos bons cidadãos e patriotas desta nação que se recusam a crer nas tentativas de alguns em reescrever a história verídica de maneira mentirosa e falsamente.
Hoje, Ustra, é Brilhante lá no Céu.

Ao sr. Marcio M. Carvalho, o meu desprezo.

Paulo Boccato
TRIBUNA DO LEITOR: As ordens de Geisel e o radicalismo - Jornal da Cidade

Comentários  

0 #1 Dalton C. Rocha. 23-05-2018 12:44
A esquerda nunca esquece, nunca perdoa e nunca aprende...

"Quanto mais agressiva se mostra, ou finge se mostrar, mais a esquerda brasileira aparece à luz do sol como ela realmente é. Já faz muito tempo que se transformou numa espécie de Federação Nacional das Ideias Mortas." > https://resenhapalacio.blogspot.com.br/2018/02/j-r-guzzo-nossa-esquerda.html

"No resto do mundo as armas de fogo nunca disparam sozinhas; se uma bala acerta alguém, é porque um ser humano deu um tiro, de propósito ou por acidente. Aqui não." > http://rota2014.blogspot.com.br/2018/03/bala-perdida-potr-jrguzzo.html

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