Imprimir
Categoria: Diversos
Acessos: 3111

 Pouco tempo do marxismo puro no Camboja, exterminou metade da população.
Revista Jus Vigilantibus - Por Mário Guerreiro
Pode parecer mentira, mas garanto que não é: o Rio de Janeiro tem mais museus do que Nova Iorque, Londres ou Paris!
Numa chuvosa manhã de sábado na bucólica Itaipava (RJ), as cambaxirras não estão cantando maviosamente como em saudosos dias primaveris, nem delicadas borboletas brancas flanando em fundo de céu azul; mas, mesmo assim, abro o jornal e leio a seguinte notinha relegada a um canto esquerdo e obscuro do noticioso:
 
 
"Comunismo no museu

Vereadores aprovam projeto

O sonho do Partido Popular Socialista (PPS) de ter um espaço para contar a história da imprensa comunista no Brasil virou realidade. A Câmara dos Vereadores do Rio aprovou, semana passada, um projeto que cria o Museu da Imprensa Comunista. Ele será instalado num casarão da Gamboa comprado pelo Partido Comunista Brasileiro em 1950 e transformado em gráfica, onde eram impressos
[ilegalmente e com o ouro de Moscou] jornais, livros e outros materiais [subversivos] do movimento comunista.

Para restaurá-lo, a Fundação Astrojildo Pereira, com apoio da Prefeitura, fará campanha nacional. O objetivo é angariar recursos e buscar parcerias
[Com quem? Com a iniciativa privada?!] para a elaboração do projeto e revitalização do local. (O Globo, 27/12/2008). "


Breve Comentário:
 Como se trata de uma vexata quaestio nem todos aplaudiram essa medida de nossos preclaros vereadores. Os protestadores – protestantes são outra coisa! - assim o fizeram pelas mais diferentes razões:

Alguns alegaram que se trata de mais uma despesa pública perfeitamente evitável, principalmente em tempos de crise econômica global. Já não basta os vereadores quererem aumento de 60%, já não basta os senadores quererem aumentar o número de vereadores nos 6.000 municípios do País, a maioria dos mesmos indigentes de pires na mão e totalmente dependentes do Fundo de Participação dos Estados e Municípios?!

Outros alegaram que a referida medida é redundante. Para que fazer um Museu do Comunismo no Rio quando todo o mundo sabe – até mesmo o Lulla que nada e de nada sabe – que já existe um ao vivo em Havana e pronto para receber - brevemente, com a exigida pompa e circunstância - El Coma Andante devidamente embalsamado.

apêndice I: você sabia?
Pode parecer mentira, mas garanto que não é: o Rio de Janeiro tem mais museus do que Nova Iorque, Londres ou Paris! Mas nada que se compare ao Gugenheim ou ao British Museum. São museus de quinquilharias, bugigangas e esquisitices exatamente como aquele que o saudoso Bussunda e a Turma do Casseta, com genial veia satirizante, abriram na Rua Paulino Fernandes (Botafogo, Rio): o Museu da Babaquice.

Como se explica isso? Irrefreável paixão pela breguice, falta do que fazer, coisa somente para mostrar serviço? Não, tal coisa não é de nenhum modo irracional ou fora de propósito. Os museus são cabidões de emprego a serviço de deslavado empreguismo dos políticos. Alguns abrem de manhã e fecham ao anoitecer sem receber um único visitante. Não pense o amigo que este será o caso do Museu do Comunismo, pois este mesmo receberá milhares de visitantes movidos a desconhecimento histórico e esquerdopatia aguda.

Mas eles só terão um problema: poderão entrar, porém correrão o risco de não conseguir sair por serem considerados raras peças de museu.


apêndice II: sugestão para criação de outro museu
Uma vez que os sábios e competentes vereadores do Rio de Janeiro aprovaram a criação de um Museu do Comunismo, sugiro que os não menos sábios e competentes deputados na Ilha da Fantasia (i.e.Brasília, para os que ainda não sabem) criem o Museu do Mercosul.

Posso mesmo fazer uma doação de quatro ilustres múmias para o mesmo, a saber: as de Primevo Inmorales, Hugorila Chávez, Correa Solta e Lugo Azul de Ipacaray.


 
 
Comentário do site    www.averdadesufocada.com:
 
 Será que aproveitarão a verba conseguida, e abrirão os arquivos do Movimento Comunista no Brasil?
 
Será que serão expostos  os impressos, jornais, livros e outros materiais subversivos do movimento  que as gráficas imprimiam ilegalmente com o dinheiro vindo de  Moscou , China e Cuba?,
 
Será que a população terá oportunidade de ver , escrito por eles, decisões tomadas sobre os atos terroristas que deveriam ser praticados, atas de reuniões para decidir a respeito dos "justiçamentos" , atas de congressos, resoluções do Partido propondo atos para a tomada do poder pelo proletariado, a exemplo de Cuba, Moscou , China e outras ditaduras marxistas- leninistas ?
 
Será que, finalmente, vão acabar com o mito de que lutavam para derrubar o regime militar?
 
 Enquanto isso, assistimos à agonia da Casa da FEB - Força Expedicionária Brasileira -, no Rio de Janeiro, quando uma mísera dotação, outorgada por qualquer dos très níveis do Executivo, ou votada pelo Legislativo dos mesmos três níveis, poderia mantê-la até a morte do último ex-combatente ( todos são mais que octagenário ), transformando-a depois num museu da maior importância para o Rio e para o Brasil e, mesmo para o mundo lembrar os horrores da guerra. Mas, como sempre, os analfabetos e os corruptos que proliferam em nossas casas parlamentares preferem gastar os impostos do trabalhador em projetos como memorial à Marighela, memorial às vítimas da ditadura, museu da guerrilha do Araguaia e outros mais, sem o menor respeito pelo sacríficio de mortos e de vivos no maior conflito da História mundial.

 
 O  governo podia dar o exemplo, fazendo alguma coisa para salvar das traças e cupins a sede da Associação Nacional dos Veteranos da FEB (Força Expedicionária Brasileira ),  entidade que  mantém viva  a lembrança de cerca de 25 000 brasileiros que combateram heroicamente na Itália durante a II Guerra Mundial para impedir que as forças nazi-facistas  triunfassem. Em 1945, eles eram 25 mil. Hoje, são 7mil velhinhos com mais de 80 anos em todo o país; no Rio, eles são de 500 a 700. Pracinhas, como são  chamados carinhosamente até os dias de hoje, que nós homenageávamos cantando o seu hino na escola:
 "Por mais terras que eu percorra, não permita Deus que eu morra, sem que volte para lá. Sem que eu leve por divisa este V que simboliza a vitória que virá"  
 
 Não sei o que  constrange mais - deixar a Anvfeb entregue às traças ou  ver ser criado um museu em homenagem a uma ideologia que ceifou tantas vidas.
 
O Webmaster do site www.averdadesufocada.com, já há algum tempo trabalha na construção do site dos nossos veteranos, a casa da FEB ficará no endereço www.veteranos.org.br