CASAMENTO DE LIDERANÇA 
Carlos Augusto Fernandes dos Santos- General Reformado- POA/RS- 12/09/2018
Depois do movimento cívico militar de 1964, a política partidária  deixou de frequentar os quartéis, decisão virtuosa do Marechal CASTELO BRANCO,avesso  às conhecidas “ vivandeiras que vêm aos bivaques bolir com os granadeiros e provocar extravagâncias do Poder Militar “.
A lúcida  decisão do grande presidente em  limitar o tempo de permanência dos Generais no Serviço Ativo evitou o aparecimento de novos  “caudilhos militares”,  historicamente  engajados em conchavos políticos ; no entanto, impediu ,ao longo dos anos , o surgimento  de lideranças nacionais, como era comum ocorrer em épocas passadas da nossa  história política.

Sem ares de PITONISA , renomada por suas profecias na Grécia Antiga, divido com os leitores mais uma de  minhas elucubrações políticas. Surgiram , no horizonte cinzento desses últimos 24 anos de domínio de políticos simpatizantes do credo MARXISTA   e do  catecismo  de GRAMSCI,  duas lideranças militares com temperamentos distintos mas com  propósitos semelhantes: “BRASIL ACIMA DE TUDO e DEUS ACIMA DE TODOS”;  um casamento perfeito. A primeira , rebelde, por vezes agressiva e desafiadora, mas honesta ,  sincera e identificada com os  anseios e os valores mais caros  das famílias brasileiras; a outra , equilibrada, contundente e capaz. Refiro-me a JAIR  BOLSONARO e a  HAMILTON MOURÃO.

De MOURÃO relembro-me de  inusitadas passagens castrenses, ocorridas quando foi  o Comandante Militar do Sul, até ser exonerado e transferido para Brasília, levando na bagagem o respeito e a admiração por suas corajosas e firmes atitudes , de intimorato chefe militar. Soldado  que não se omite diante da gravidade de acontecimentos estranhos e comprometedores , praticados por alguns dos nossos últimos  governantes, envolvidos em escabrosos casos de corrupção.  Gente que deveria merecer a repulsa dos brasileiros sérios.

Em seus firmes pronunciamentos e nas decisões de Comando já  era possível antever-se a inclinação para as lides políticas: manifestações de apoio ao movimento moralizador  de 1964; cerimônias em memória de  colegas que participaram do combate à ações terroristas e palestras  de Análises da Conjuntura que tiveram  grande repercussão na imprensa do país.

As verdades apontadas por MOURÃO  desagradaram  os governantes da época e provocaram sua  exoneração do Comando do CMS; apesar do contratempo , gradativamente, pelo exemplo e a coragem moral e cívica, foi  surgindo   uma liderança autêntica,   capaz de empolgar os segmentos contrários às políticas populistas esquerdizantes colocadas em prática ,  por  longos anos, por partidos e   políticos identificados com o anacrônico catecismo marxista-leninista: dividir o país em discutíveis  vertentes para ,em seguida, escravizá-lo. A velha tática da “ Luta de Classes”- Dividir para CONQUISTAR.

Na quadra histórica  em que vivemos ,onde  fanáticos obcecados pelo maldito credo tentaram retirar BOLSONARO do cenário da disputa eleitoral, não é hora de indecisões; todos os brasileiros conscientes devem cerrar fileiras em torno de sua eleição para a presidência  da república; no seu impedimento MOURÃO , com certeza, assumirá a mais  nobre e importante  missão de sua vida: junto com BOLSONARO  impedir,  pelo voto, o retorno  ao comando do país dos políticos corruptos  que tanto mal nos fizeram . 

                                     Eia pois Compatriotas e Camaradas ! Rumo à Vitória!

           

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