Srª Embaixatriz Roseana Teresa Kipman escoltada por Brasil e Paraguai, durante as atividades de distribuição de alimentos na escola “Petite Souers de Sainte-Thérese”, situada na localidade de Rivière Froide, na região de Carrefour. Foram entregues 3.000 quilos de arroz e 2.000 quilos de leite em pó. O Haiti, não possui recursos naturais, não possui mão de obra qualificada, não possui riquezas, são apenas problemas e pobreza. Qualquer um que seja contra ao que se está fazendo lá, é por definição um agente de mal (cordialmente falando) e não se importa com o país mas apenas em fazer política e demagogia. Assim como abutres, aguardaram a normalização do país para dar início a subversão socialista.VEJA NO FIM DA MATÉRIA LINK PARA SITE QUE ACOMPANHA O DIA-A-DIA DAS TROPAS BRASILEIRAS NO HAITI.

DEFESANET
"Defender o Haiti é defender a nós mesmos".
Este foi o tema da 3ª Conferência do Caribe, realizada nos dias 12 e 13 de dezembro em Porto Príncipe, que teve como centro da discussão a retirada imediata das tropas da ONU, sob comando brasileiro, que atualmente ocupam o país irmão. A CUT esteve representada no evento por Julio Turra, da Executiva Nacional, conforme resolução da 12ª Plenária da central, realizada 5 a 8 de agosto, que aprovou de forma unânime "Sobre a presença das tropas da ONU no Haiti".

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Turra debate com haitianos situação do país A Conferência é organizada por vinte organizações populares haitianas, com apoio da Associação dos Trabalhadores e Povos do Caribe (ATPC), dentre elas a Central Autônoma dos Trabalhadores do Haiti (CATH) e a Confederação dos Trabalhadores no Setor Público e Privado (CTSP).

"Tendo em vista a grave situação pela qual passa o Haiti, a CUT é solidária ao povo haitiano, é contra a repressão e criminalização de movimentos sociais no país e defende o direito de sua autodeterminação", declarou Julio Turra.

"Em relação à presença das tropas da ONU sob o comando brasileiro no Haiti, a central organizará uma discussão entre o Fignolé, do movimento sindical haitiano e a Direção Nacional da CUT, que deverá discutir sobre o prazo e a forma da retirada das tropas, considerando que a sua presença não cria condições para reconstruir o país destruído pelo imperialismo e pelo neoliberalismo", afirma.

Segundo Turra, "a CUT defende o fim do pagamento da dívida externa deste país, exige a retirada dos condicionantes neoliberais para ajuda externa e reafirma a necessidade da concretização da ajuda internacional prometida."

Além de Julio, integraram a delegação brasileira na Conferência João Batista Gomes, da Executiva da CUT-SP e diretor do sindicato dos municipais de São Paulo, representando a Internacional de Serviços Públicos (ISP); Claudio Silva, secretário estadual de Combate ao Racismo do PT-SP; Markus Sokol, do DN PT e Barbara Corrales do DM PT-SP, pelo Comitê de Solidariedade ao Haiti da Assembléia Legislativa.

Desde que chegou ao Haiti no dia 9 de dezembro, Julio Turra, além de discutir com dirigentes de distintas organizações sindicais e populares, foi palestrante no seminário de formação sindical realizado pela Confederação dos(as) Trabalhadore(a)s dos Setores Público e Privado (CTSP), sobre o tema "A crise mundial e os sindicatos", no qual também participou João Batista Gomes.

Julio Turra também visitou o 2º Congresso de Mulheres da CATH, que elaborou uma carta à Secretaria sobre a Mulher Trabalhadora da CUT, que relata a situação vivida pelas companheiras haitianas sob ocupação das tropas da ONU.

Audiências com o comando da Minustah e embaixador do Brasil

No dia 10, foram realizadas duas audiências, solicitadas pelo "Comitê de Solidariedade ao Haiti" da Assembléia Legislativa de São Paulo.

A primeira, com o Major General Carlos Alberto Santos Cruz, comandante da Minustah (missão da ONU), teve a participação de Julio Turra, Claudio Silva, Markus Sokol, Robert Fabert, da Guadalupe (ATPC) e Fignolé Saint Cyr, secretário-geral da CATH.

O General Santos Cruz, depois de explicar a ação das tropas no combate à criminalidade, chegou a afirmar que "o problema do Haiti não é de segurança, mas sim de desenvolvimento". Comprometeu-se também a apurar as denúncias de violência contra a população, levantadas pelo dirigente da CATH.

Em seguida, Turra e outros membros da delegação foram à Embaixada do Brasil, onde foram recebidos pelo embaixador Igor Kipman, que afirmou que "todos querem a saída das tropas, do presidente Preval ao mais humilde cidadão do Haiti, mas o problema é de prazo", sugerindo que as tropas poderiam começar a sair em 2011.


Site que faz acompanhamento diário das nossas tropas no Haiti.

 

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