MPF complica delegado e sustenta que crime contra Bolsonaro teve “motivação política”
Jornal da cidade Online - 02/10/2018 
A isenção do delegado Rodrigo Moraes na condução do caso de tentativa de homicídio contra o presidenciável Jair Bolsonaro, desde o princípio foi colocada sob suspeita.
Não sem motivo.
Moraes é ligadíssimo ao governador petista Fernando Pimentel.
 Observação do site www.averdadesufocada.com :  O que se pode esperar de Pimentel companheiro de luta armada de Dilma  desde o tempo da Polop - Política Operária -? Indo com o tempo praticar crimes juntos na mesma organização, outras vezes cada um para o lado que mais lhes convinha, ou em organizações terroristas  diferentes?.
Ao longo do tempo, ela já no PT, depois de 3 anos presa,  novamente juntos  juntos ,trabalhando nas  campanhas de Dilma,onde surgiram alguns "malfeitos" ou trabalhando em ministérios de seu Governo ?
Pimentel , também envolvido em maracutaias, anda se safando de uma ou outra.
Não é estranho que Adélio resolva praticar o bárbaro atentado político no estado onde um é governador - Pimentel - e Dilma  ambos  petistas é candidata a senadora.
Adélio deve ter sido muito bem orientado , afinal em questões de atentados, assaltos,assassinatos, roubos, fugas e "cumpanheiros" com experiência´em" malfeitos" é  o que não falta para essa turma que atuou nas décadas de 60 a 75 

Ele se afastou da Polícia Federal para chefiar por dois anos a Assessoria de Integração das Inteligências da Secretaria de Defesa Social (Segurança Pública) de Minas Gerais e foi diretor de Inteligência da Secretaria Extraordinária para Grandes Eventos, no governo de Dilma Rousseff.

Em junho deste ano o delegado foi condecorado por Pimentel com a Medalha Alferes Tiradentes.

Assim, a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal é desmoralizante com relação ao trabalho desenvolvido pelo delegado Rodrigo Moraes.

De cara, os termos elencados pelo MPF consideram como “clara a motivação política do ato de Adélio”, aduzindo que “seu histórico de militância demonstra que já tinha sido filiado a partido político [PSOL] por sete anos, período em que tentou sair candidato a deputado federal”.

É evidente que foi crime político.

Tentaram matar o líder nas pesquisas.

Só o delegado não viu isso.

da Redação

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