O SUPREMO NO CAMBURÃO: A habitual interpretação pessoal e circunstancial das leis, norma da Corte, comprova a simpatia dos magistrados pelo comportamento corrupto de indivíduos comprometidos ideologicamente. Concluímos, então, que não há diferença entre julgadores e julgados, todos são a imagem e a semelhança uns dos outros. Se estou errada, como se explica a liberdade de que goza o condenado, verdadeiro dono do PT,  José Dirceu, até mesmo para falar em “golpe”, e nada acontece?

 

A VERDADE FAZ DOER AS ENTRANHAS DOS ALIENADOS: Por que razão esses estranhos idólatras do petismo acreditam em todas as mentiras sobre Bolsonaro, mas não querem acreditar nas verdades sobre Haddad? Por que acreditam em frases ‘pinçadas’ de uma declaração com princípio, meio e fim do grande patriota e não acreditam no que veem e ouvem nos vídeos do Haddad, a serviço de seu amo, Lula, cuja bandeira é a vermelha? 

AS URNAS DO JUGMANN: Por que não podemos criticar as urnas e dizer que são fraudulentas? Já estamos, então, num regime de exceção e não sabemos? 

ENSINANDO POLÍTICA A OLIGARCA: Wilson Witzel, 20, candidato a governador pelo estado do Rio de Janeiro, deu uma lição ao Eduardo Paes, acostumado à política suja, da mentira, da calúnia. Não fosse ele amigo político de Cabral, Lula e Dilma! Witzel avisou ao homem que lhe daria voz de prisão, caso o caluniasse nos debates. Isso para Paes é um fato novo, significativo de que ainda há homens decentes e politicamente corretos, não contaminados pela corrupção. Paes se acha um grande administrador, mas não fala sobre a ciclovia que despencou na Av. Niemeyer, matando duas pessoas e interditada até hoje. Não fala no caos no centro do Rio, com fechamento da Av. Rio Branco, sem saída para o Aterro do Flamengo. Não fala na impossibilidade de travessia em frente ao Museu Histórico Nacional, após o Túnel Marcelo Alencar. Não fala nas alterações de pontos de ônibus, até hoje, sem identificação nas placas (quando há). Não fala no britânico VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) ainda raquítico de usuários, mas bem robusto quanto ao dinheiro gasto na sua adoção. 

FALSIDADE IDEOLÓGICA DE HADDAD: Visando ao segundo turno, o pincel patriótico do ‘pau mandado” está funcionando a todo o vapor. O verde-amarelo do seu nome na propaganda eleitoral, a retirada do nome de seu guru, Lula, dos panfletos, são tão falsos com uma nota de três reais. O homem é vermelho até a alma (se a tiver); não tem nenhuma identidade com o Brasil e com ser culturalmente brasileiro. Ele precisa explicar por que retirou o nome do presidiário. Será que entendeu que é verdadeiro o provérbio do “dize-me com quem andas...” Ou é mais uma estratégia do próprio presidiário que sabe que não vale uma pataca (moeda colonial)? Dirá também que irá preservar a propriedade privada? Aí, já é mentir deslavadamente! 

NOVO “ACHAMENTO” DO BRASIL: Com Bolsonaro teremos um retorno ao Brasil brasileiro, cuja única ideologia é a unidade nacional, o fortalecimento das instituições, uma Educação de qualidade sem o mando e o desmando da Pedagogia paulofreiriana, uma Saúde em pleno funcionamento, Forças Armadas prestigiadas e aparelhadas de acordo com as necessidades territoriais e fronteiriças do Brasil, Forças de Segurança (PF, Militares, Civis) fortalecidas. Enfim, um país e uma nação dignos.  O patrimônio privado respeitado, é bom acrescentar.

Com Bolsonaro, voltaremos a sorrir na nossa Casa,  nosso Brasil. Portanto, CONFIRME 17 nas urnas!

Prof Aileda

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