Ontem  e hoje, no horário eleitoral , foi usado o nome do Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra , sendo atacado covardemente por Maria Amélia Teles , e família. É vergonhoso o que uma senhora conta, sem apresentar provas para atacar indiretamente o candidato a Presidente da República. Vou reproduzir a  história . É,  necessário que as pessoas  saibam a verdadeira história da Família Teles.  Vou transcrevê-la, como é longa, em capítulos:
  Título : “ A Vingança dos derrotados” -  retirado do livro A Verdade Sufocada – a História que a esquerda não quer que o Brasil conheça  - autor Carlos Alberto Brilhante Ustra – 15 ª reedição página 586
A vingança dos derrotados
Como acontece em todos os movimentos onde os comunistas são derrotados,eles iniciam a sua volta lutando pela anistia, que, uma vez conquistada,lhes permite viver usando as liberdades democráticas que queriam destruir. Posteriormente, começam uma virulenta campanha  de doutrinação para denegrir os que os combateram, pousam de vítimas e de heróis e fazem da mentira e da calúnia o seu discurso. Não descansam enquanto não conseguem, por revanchismo, colocar na prisão aqueles que os combateram e derrotaram.

{jcomments on}Para isso, mudam as leis e até a própria Constituição, o que é feito com a corrupção do Legislativo e com o apoio de simpatizantes, escolhidos a dedo, para as mais altas funções do Judiciário.

Ao final de dezembro de 1972 o DOI de São Paulo estava preocupado com o trânsito de guerrilheiros que, da capital paulista, eram encaminhados para a área de  guerrilha do Araguaia, onde pretendiam estabelecer uma área liberada, semelhante a ocupada, até os dias de hoje, na Colômbia, pelas FARC.

Durante essas investigações a gráfica clandestina do PCdoB foi localizada e “estourada”. Os responsáveis por esse “aparelho de imprensa” eram Maria Amélia Teles e seu marido César Augusto Teles. Na ocasião, estavam com eles os dois filhos do casal - Janaína, de 5 anos, e Edson Luis, de 4 anos.
Era contato freqüente do casal, Carlos Nicolau Danielli, membro do Comitê Central do PCdoB, que fizera curso de Guerrilha em Cuba e tinha estreitas ligações com o casal e, principalmente, com Maria Amélia. Toda a matéria que a imprensa clandestina do Partido publicava tinha que ter sua aprovação. A grfáfica , além de difundir as notícias sobre a guerrilha, tinha também a finalidade de conquistar novos adeptos que seriam enviados para a região de guerrilha.
No "aparelho", homiziada, encontrava-se Criméia Schimidt de Almeida,irmã de Maria Amélia, que na ocasião se fazia passar por babá das crianças, para não ser identificada.

Criméia era militante do PCdoB e integrava o “Destacamento A” na Guerrilha do Araguaia. Seu marido, André Grabois, era filho de Mauríicio  Grabois, o comandante dos guerrilheiros naquela região.

Uma das normas da guerrilha era a proibição de que as guerrilheiras engravidassem. As militantes que engravidavam eram obrigadas a abortar e, caso não consentissem com o aborto, seriam “justiçadas”.Por medida de segurança ninguém estava autorizado a sair da área de guerrilha, pois, caso fossem presos, poderiam indicar o local ocupado pelos guerrilheiros, bem como dar informações sobre as particularidades da guerrilha. Essa era uma norma seguida a risco.

Criméia, no entanto, engravidou e, em agosto de 1972, por estar com 3 meses de gravidez, contrariando todas as determinações existentes, foi retirada da área de guerrilha por determinação do comandante Maurício Grabois, futuro avô da criança. Criméia foi poupada. Era nora do comandante..

Não foi o que aconteceu como casal de guerrilheiros Pedro Albuquerque Neto e Tereza Cristina de Albuquerque que fugiram da área porque Tereza Cristina estava grávida e se recusava a abortar. Para o êxito da fuga foi necessário subornar, com as jóias de Tereza Cristina, um mateiro que os conduziu até um local seguro , onde finalmente, abandonaram a área de guerrilha.Quando a gráfica foi “estourada” Maria Amélia, César Augusto e Criméia foram presos. As crianças, como não poderiam continuar no local, foram encaminhadas ao DOI. As máquinas de impressão e as armas apreendidas.

Ao chegarem, entrevistei o casal e lhes disse que as crianças não poderiam permanecer naquele local. Perguntei se tinham algum parente em São Paulo que pudesse se responsabilizar por elas. Responderam que as crianças tinham tios em Minas Gerais ou no Rio de Janeiro, não me recordo qual o local. Pedi o telefone deles para avisá-los do que acontecia e indagar se poderiam vir a São Paulo para receberem os dois filhos do casal. Feito o contato, esses familiares pediram alguns dias de prazo para viajar à capital paulista. Decidi que, enquanto aguardávamos a chegada dos tios, as crianças permaneceriam sob o cuidado do Juizado de Menores. Nesse momento, Maria Amélia e César Augusto pediram para que seus filhos não fossem para o Juizado de menores. Uma policial militar, que assistia ao diálogo, se ofereceu para ficar com Janaína e Edson Luis até a chegada de seus tios, desde que os pais concordassem com o oferecimento, o que foi aceito na hora pelo casal.

Movido mais pelo coração do que pela razão, achei que essa era a melhor solução. As crianças foram levadas para a casa da agente e para que não sentissem a falta dos pais e diariamente, eram conduzidas ao DOI para ficar algum tempo, aproximadamente duas horas, com eles. Isso se repetiu até a vinda dos parentes- cerca de 10 a 15 dias.. Quando chegaram, Janaína e Edson Luis foram entregues aos seus tios, na presença dos paisNo 7º mês de gravidez Criméia foi presa, em 28/12/1972, pelo DOI/

CODI/IIEx, onde permaneceu por 24 dias, até ser encaminhada para Brasília, que era a área encarregada de combater a Guerrilha do Araguaia.

Seu filho, João Carlos Schimidt de Almeida Grabois, atualmente com cerca de 45 anos, nasceu no Hospital do Exército de Brasília, em 13/02/1973. Em 2005 foi indenizado porque estava no útero de sua mãe quando ela foi presa, segundo consta na sentença.

O tempo passou e em 1985, Maria Amélia declarou aos editores do livro Brasil Nunca Mais, o seguinte:

“Na tarde desse dia (28 de dezembro de 1972), por volta das 7horas, foram trazidos, seqüestrados, também para a OBAN, meus dois filhos, Janaína de Almeida Teles, de 5 anos, e Edson Luiz deAlmeida Teles, de 4 anos, quando fomos mostrados com as vestes rasgadas, sujos, pálidos, cobertos de hematomas. Sofremos ameaças por algumas horas de que  nossos filhos seriam molestados.” Continua amanhã

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