PROJETO BRASIL
Ernesto Caruso, 18/07/2018
       Aproveitando o tema da palestra inserido no convite enviado pela Comissão Interclubes, oportuno por excelência, às vésperas da eleição para presidente da República, cujo candidato palestrante é o Dep. Jair Bolsonaro, transmito como eleitor residente no interior e não presente ao evento, uma apreciação sobre o momento político e as aspirações que se pode colher das redes sociais, a incluir as pessoais, que possam ser úteis ao referido candidato. Sugestão de que outros o façam com o mesmo propósito.

       Além da questão da segurança pública apropriado pelo governo atual, segundo penso para esmaecer um dos tópicos mais contundentes da candidatura Bolsonaro e da perniciosa ação das esquerdas na condução das políticas de educação infantil, há o clamor geral pela redução da máquina pública, não somente restrita aos números de ministérios.

        Falar em aumentar o número de ministros do STF se antepõe ao excessivo gasto público com a corte, que consome R$ 2 milhões por dia (2018), tem 2.450 servidores para 11 ministros.

Por que quatro instâncias de jurisdição?

Por que férias de 60 dias para juízes e políticos?

Custo de R$ 10,5 bilhões para o Congresso Nacional.        Por que TV SENADO, TV CÂMARA, TV JUSTIÇA, TV BRASIL, mais rádios sobrecarregando a máquina pública?

Vejam: “A Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que controla a TV Brasil, fechou 2016 com um prejuízo de R$ 11,3 milhões. É um ótimo resultado comparado a 2015, quando o prejuízo superou R$ 36 milhões.” 

 

Reduzir o número de senadores, deputados, vereadores. Extinguir o cargo de 5.570 vice-prefeitos. Fazer constar no programa de governo e divulgar. É isso que o povo quer ouvir.

       Posicionar-se contra o aumento do número de municípios, no pacote mais prefeitos, câmaras, etc

Privatizar tanto quanto possível, com alguns exemplos de gastança sem retorno.

O     programa de redução da máquina do Estado deve ser nítido, objetivo. A nação não suporta mais ouvir “precisamos melhorar a segurança, a educação, a assistência médica etc.

Reforma da previdência, sim, parece necessária, mas como defendê-la sem a devida cobrança de tantas quantas empresas e clubes devedores?

Quanto à concepção histórica do Estado Nacional, estancar a ameaça que paira sobre a unidade territorial no que se refere em especial as reservas indígenas em área contínua, nas faixas de fronteira e grandes extensões.

Restabelecer a participação do ente militar nas decisões de cúpula.

Concernente à família militar, efetivar estudo comparativo dos vencimentos dos militares com os servidores civis, buscando um equilíbrio/isonomia. E estudar a possibilidade de que as contribuições relativas à assistência médica sejam administradas pelas respectivas forças, quer por prestação de serviço direto, quer por planos da saúde particulares. Como por exemplo, o Plano Odontológico oferecido pela FHE.

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