Colostomia será adiada
O Presidente  Bolsonaro deixa o hospital após os exames complementares
José Carlos Werneck
O Hospital Albert Einstein divulgou, nesta sexta-feira, que a cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia do presidente eleito Jair Bolsonaro foi transferida. O procedimento era previsto para o dia 12 de dezembro, dois dias após sua diplomação .Bolsonaro foi submetido a exames que indicaram ‘inflamação do peritônio e processo de aderência entre as alças intestinais”.

Foi constatada uma inflamação e uma aderência no intestino, o que motivou o adiamento da retirada da bolsa de colostomia, para o início de janeiro de 2019.

O presidente passou por exames pré-operatórios no centro médico da Zona Sul de São Paulo, hoje pela manhã e de acordo com boletim médico divulgado pelo hospital, Bolsonaro” encontra-se bem clinicamente e mantém ótima evolução, porém os exames de imagem ainda mostram inflamação do peritônio e processo de aderência entre as alças intestinais”.

Por essa razão, a equipe decidiu em reunião multiprofissional postergar a realização da reconstrução do trânsito intestinal”, explica o comunicado.

Em janeiro, o paciente retornará ao hospital para mais exames antes da cirurgia. Jair Bolsonaro fez tomografia e exame de sangue, além de consultas com um gastroenterologista e com um cardiologista.

ATENTADO E CIRURGIAS – Bolsonaro ficou 23 dias internado na capital paulista, em setembro, após levar uma facada no abdômen, em tentativa de homicídio na cidade mineira de Juiz de Fora, onde submeteu-se a uma cirurgia .

Depois de ser transferido para o Hospital Albert Einstein, ele teve uma obstrução no intestino e foi submetido a uma segunda cirurgia.

Este será o terceiro procedimento e é considerado, pela equipe médica, mais simples que os anteriores, desde o atentado sofrido em 6 de setembro.

Adicionar comentário

Código de segurança
Atualizar