Polícia cumpre mandados ligados a assassinato de Marielle
Ordens são de prisão e busca e apreensão
Polícia prende os primeiros suspeitos do caso Marielle
13/12/2018 -
Ordens de prisão são cumpridas no Rio de Janeiro e em Juiz de Fora
A Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpre nesta quinta-feira (13) os primeiros mandados de prisão contra suspeitos de envolvimento com o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista Anderson Gomes.
Segundo o canal Globo News, as ordens emitidas pela Justiça atingem milicianos e são cumpridas no Rio de Janeiro, Petrópolis, Angra dos Reis e em Juiz de Fora (MG). A Justiça emitiu mandados de prisão temporária e de intimação para depoimentos.De acordo com as informações do canal, os suspeitos são investigados em inquéritos independentes ao do caso da vereadora morta no mês de março, mas estão relacionados ao crime. 

Rodrigo Viga Gaier
A polícia cumpre mandados de prisão e busca e apreensão nesta quinta-feira (13), no Rio de Janeiro, relacionados ao assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes em março desse ano, segundo uma fonte da área de segurança do Rio de Janeiro.

Não há por enquanto indicação de mandados contra políticos. São medidas contra grupos paramilitares e criminosos, e parte desse grupo tem a ver com a morte da vereadora Marielle Franco", disse a fonte sob a condição de anonimato./ Reuters
De acordo com a fonte próxima as investigações, a polícia cumpre mandados de prisão, busca e apreensão e intimações em cerca de 15 endereços na capital, região serrana, sul do Estado e na cidade mineira de Juiz de Fora.

Marielle e o motorista foram mortos em uma emboscada este ano na zona norte da capital, quando a parlamentar voltava para casa. Fontes ouvidas pela Reuters apontam que a morte da vereadora estaria ligada a uma disputa territorial na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

A Polícia Federal já ofereceu ajuda nas investigações sobre o crime e conseguiu recentemente ter acesso às investigações da polícia fluminense.

Nesta semana, o secretário de Segurança do Estado, general Richard Nunes, criticou a iniciativa da PF, afirmando que "muito ajuda quem não atrapalha" e que há muita gente buscando holofote no caso Marielle

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