. (Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.). 
Diferentemente do que aconteceu quando, no passado, o País se fez representar, nesse mesmo Fórum mundial, por um traidor socialista sorrateiro e covarde, por um ladrão sem origem e desclassificado ou por uma terrorista debiloide, desta vez - para desespero dos despeitados, dos maus brasileiros e dos vendilhões da Pátria de sempre - Davos está vendo a Nação Brasileira ser representada, de forma irrepreensível, por um Presidente da República e sua equipe que causa orgulho a qualquer homem de bem, isto com apenas vinte dias de empossados.


Como antes vaticinei, o jeito simples, direto, seguro e honesto do Presidente Bolsonaro haveria de demonstrar ao mundo dos negócios – e demonstrou - que o Brasil mudou e mudou para valer. Com um pronunciamento sem enfadonhos rodeios e bolodórios esquerdistas, à moda Lula ou Maduro, ou ininteligíveis que lembrassem a “anta guerrilheira”, o Capitão – mais do que dizer – se comprometeu a promover as reformas necessárias para abrir o comércio brasileiro para o mundo inteiro, sem as peias de ideologias espúrias, facilitando o ambiente de negócio a partir do corte de impostos, da desburocratização da máquina pública e privatizando tudo que não fosse essencial ao Estado gestor.
  
Em poucos minutos Bolsonaro falou do liberalismo econômico, da preocupação ambiental, da segurança e da família, ressaltando que trabalhará para diminuir a carga tributária, simplificar as normas, facilitando a vida de quem deseja produzir, empreender, investir e gerar empregos. Disse também que o Brasil que hoje ocupa a 109ª posição no ranking de competividade dos negócios, até o fim de seu mandato estará entre os 50 melhores países para se negociar.
Com a desenvoltura e a competência de sempre o Prof. Paulo Guedes, cumprindo 20 compromissos em 48 horas, resgatou a confiança dos investidores estrangeiros, detalhou as reformas e garantiu a segurança jurídica dos negócios. Moro, o ícone do combate à corrupção no Mundo, garantiu que haverá segurança para os investimentos estrangeiros, ancorada em um ferrenho combate ao desvio e à malversação dos recursos vindos do exterior.

Disseram tudo que Davos devia escutar e nada mais. Realmente, os investidores estrangeiros competentes e sérios não vão para aquele encontro querendo ouvir longas imbecilidades esquerdizantes nem promessas populistas enganosas. Nenhum dos big-shot’s ali presentes chegou ao lugar em que se encontra senão em razão de sua enorme visão, além de grande competência e muito trabalho. Ninguém engana esses líderes que bem sabem distinguir um Bolsonaro e sua equipe das quadrilhas de Sarney a Temer que venderam o Brasil para sanguinários ditadores ou para rentistas inescrupulosos e rapineiros. A crônica de Davos registra até hoje o vexame e a chacota que virilizou por conta das gafes do “Analfa de Garanhuns” em 2003, e de sua triste figura bêbado e todo urinado nos salões do evento, como registrado por milhões de flashes da imprensa internacional, bem como em face da bizarra atuação da DD (Dilma Demente) que arrasaram a reputação do Brasil, perante a Comunidade das Nações desenvolvidas

Com raro acerto, Bolsonaro demonstrou sua preocupação em colocar o País entre os melhores e mais seguros do mundo para fazer negócios. É tudo aquilo de que precisávamos e tudo o que o mundo esperava. Tanto no discurso que abriu o evento, como também depois do jantar que foi oferecido à verdadeira estrela do Fórum e à sua equipe de ministros que o mundo admira e respeita, o Capitão falou com segurança e humildade, enfatizando que o Brasil precisa muito crescer e ver o mundo crescer, abrindo suas portas para as Nações amigas.

No território livre da Rede Mundial de computadores transita um vídeo onde se vê o Presidente do Brasil ser ovacionado e aplaudido com entusiasmo quando, de improviso, registrou que falava para uma plateia que representava cerca de 23 trilhões de dólares em investimentos, e brincou dizendo que o Brasil apenas precisava “negociar em torno de 10% daquilo”.
Antes destes primeiros acontecimentos, o noticiário local e a imprensa estrangeira – tirante os vendidos ao social-comunismo - já registravam a excelente postura de um Presidente austero, consciente de suas elevadas atribuições como líder de um País que é a 8ª economia do mundo e, sobretudo, que trazia em sua bagagem a fama de uma inquestionável probidade na vida pública. Seus hábitos simples e despojados como de um arraigado patriota estão encantando a comunidade internacional, que ficou surpresa ao saber que Bolsonaro havia dispensado os restaurantes dos suntuosos hotéis suíços para ir fazer um lanche em um supermercado, escondido da imprensa profissional e dos “paparazzi”.

O Brasil recém-apresentado em Davos é a nossa revanche contra aqueles que tentaram destruir a Nação Verde e Amarela. Em direção contrária da que caminhou o país dos vermelhos e dos socialistas de FHC, se firma agora o Brasil que Bolsonaro propõe. Antes se almejou deixar o País entre os piores do mundo e atrelado às economias mais fechadas e arrasadas da “América Latrina”. A maioria das multinacionais caiu fora e as que resistem só o fazem na esperança desta “Nova Ordem” que chegou. A roubalheira petista, incensada pelos intelectuais do caos e pelos morcegos da imprensa sócia espúria dos cofres públicos, resultou na fuga de capitais que Bolsonaro quer estancar e reverter para, então, reverter também o desemprego e a miséria em que foi atirada nossa gente trabalhadora.
O lamentável desta história é que os nossos odientos e odiosos jornalões - ensandecidos com o brilho do Capitão – estão, diferentemente dos jornais estrangeiros, escondendo o enorme sucesso que fez Bolsonaro em Davos, inclusive junto às muitas caravanas de pessoas vindas de diversas partes da Suíça para estar nos arredores do Fórum apenas para tentar ver o Capitão ao vivo. Assim, é que ora fazem ácidas críticas contra a atuação do Presidente, ora tentam colar nele lá fora a pecha de um despreparado ou de um ordinário qualquer.

Vou dar um exemplo para que o caro leitor nunca se esqueça dessa “esquerdalha” do mal que precisamos combater sem trégua. Uma perversa terrorista, escrevinhadora do “Sistema Goebells de Comunicação”, que hoje se arvora ser “expert” em economia, cuja feiura física só não é maior do que seu ódio pelo Capitão teve a pachorra de escrever outro dia que o discurso de Bolsonaro foi “um nada” e que ele assim perdeu a oportunidade de “destravar a confiança dos investidores estrangeiros”, deixando uma sensação de uma oportunidade perdida. Nem devia, mas antes de finalizar vou, com um peteleco, fulminar o argumento desta idiota.

Escute bem dona guerrilheira de 1968, o atravancamento e a desconfiança dos investidores estrangeiros foram provocados por gente suja, ladra, burra e incompetente que reinou e se locupletou deste País desde quando os militares deixaram o governo. O governo Bolsonaro e a proposta do Prof. Paulo Guedes, que sua mediocridade impede até de compreender, são os novos fatores que nos resgatarão da desconfiança, do desprezo e da execração pela Comunidade das Nações Livres, por conta do caos em que os energúmenos da sua laia nos atiraram. Antes de levantar o nariz para Bolsonaro, primeiro deveria a sempre terrorista explicar – se seu patrão permitir – as razões pelas quais costumeiramente lutou ao lado dos mais abomináveis ladrões da coisa pública: FHC, Lula, Dilma, Zé do Mensalão e do réu Haddad além de outros que tais.

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