Revista Crusoé - Caro leitor,
O mundo reverenciou nos últimos dias os heróis que combateram no Dia D, a batalha que mudou a história da Segunda Guerra Mundial e do planeta.
A colunista Ana Paula Henkel, ex-campeã de vôlei e hoje analista política, relembra em artigo exclusivo os 75 anos do Dia D — e diz que o espírito de entrega daqueles combatentes deve animar homens e mulheres que lutam para reconstruir o Brasil pós-PT.
Eis o retrato que ela faz da atual batalha brasileira:Há seis meses sob novo comando, o Brasil, país das forças aliadas na Segunda Guerra, ainda sofre com as consequências de uma dura batalha travada contra o assalto petista sem precedentes às instituições brasileiras.

Não apenas pelo volume de dinheiro envolvido e pela desfaçatez, mas também pela clara e evidente intenção de usar a força e o braço do estado para subjugar o país ao projeto de poder do partido. Não é difícil reavivar a memória de quem não se lembra o que foi o PT no poder entre 2003 e 2016, o que fizeram e que país entregaram. A pilhagem bilionária dos cofres públicos, verdadeiras fortunas “emprestadas” a ditaduras companheiras, o aparelhamento do estado por militantes cleptomaníacos, a total incapacidade de viabilizar no país um ambiente favorável ao investimento e à geração de empregos e riqueza de forma sustentável e não com feitiçarias econômicas, como empréstimos sem lastro que acabaram gerando crise, recessão e milhões de desempregados e inadimplentes. Além de um verdadeiro cenário de guerra, com 60 mil assassinatos por ano.

A batalha a ser empreendida, continua Henkel, pode desfazer os erros do passado para salvar o futuro — e salvar as próximas gerações.

Eis os nossos combatentes:
Um batalhão de primeira linha com ministros como Sergio Moro e Tarcísio Freitas tenta colocar o país nas frentes vitoriosas das batalhas.
É uma análise da história e um elogio aos heróis que salvaram o mundo do nazismo — e aos brasileiros que tentam salvar o Brasil.

Confira outro assunto em que você deveria ficar de olho na Crusoé:

A Lava Jato é assunto da entrevista da semana: Elvis Secco, coordenador-geral de repressão às drogas e facções da PF, conta como o órgão está aplicando princípios da maior operação de combate à corrupção da história do Brasil para combater o narcotráfico. Ele diz ainda: “Não acredito que a descriminalização das drogas diminuirá o consumo ou o tráfico.”

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