Por Joseita Brilhante Ustra
Na edição 2.646,  página 32, coluna Radar, o Senhor Robson Bonin publicou a seguinte nota:

“NADA BRILHANTE
Joseita Brilhante Ustra, viúva do notório coronel, usou as redes sociais para defender Bolsonaro e replicar fake news contra o pai de Santa Cruz.”

Gostaria de saber onde o repórter leu a matéria em que eu replico fake news contra o pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz.
Terá sido no Face Book ou no meu site www.averdadesufocada.com ?
Ou sem assunto, o Sr Robson Bonin, resolveu dizer que defendo o presidente Bolsonaro e usou o pai de Santa Cruz, para ligar o nome do meu marido ao desaparecido?

É verdade que uso minhas redes sociais para mostrar minha satisfação com a eleição do presidente Jair Messias Bolsonaro, pois como votei nele, demonstro meu interesse em acompanhar o seu governo, a escolha de sua brilhante equipe, o que o presidente vem conseguindo realizar e a mídia esquerdista não publica.
Sou cidadã brasileira, eleitora, pago imposto e tenho direito de demonstrar minha opinião a respeito de um governo que, apesar da opinião dos que perderam a eleição, vem tentando realizar suas promessas de campanha que cerca de 58% dos eleitores escolheram como o modelo de governo que querem para o Brasil. 

Não posso entender o interesse que minhas preferências a respeito de governos que me agradam, possam interessar aos leitores do Sr Robson. Não haveria problemas, em ele citar minha satisfação com o desempenho do presidente e de sua equipe, se não houvesse o fato de escrever que eu “usei minhas redes sociais para defender Bolsonaro e replicar fake news contra o pai de Santa Cruz”. Só posso entender que o repórter talvez tenha colocado isto para, subliminarmente, envolver o nome do meu marido, Cel Brilhante Ustra, com o desaparecimento de Fernando Santa Cruz.

Em nenhum momento eu citei o nome do pai do Santa Cruz. Não tenho a mínima ideia do que aconteceu com Sr Fernando Santa Cruz. A única coisa que eu sei a respeito, está no livro A Verdade Sufocada, escrito por meu marido, onde constam, as listas pesquisadas de mortos e desaparecidos na luta armadas. O nome de Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira - organização AP, está na página 525.
Agora, como o assunto veio a tona, li que ele desapareceu no Rio de Janeiro em fevereiro de 1974.
Meu marido em dezembro de 1973 já havia sido desligado do DOI de São Paulo, tendo sido transferido para Brasília para assumir o cargo de instrutor na ABIN. Em janeiro de 1974, nós já estávamos morando em Brasília.

Sobre o assunto nada poderia comentar, pois nada saberia.

Adicionar comentário