Gen Reformado Carlos Augusto Fernandes dos Santos- Porto Alegre - 25/08/2019
Não é preciso ser especialista em Guerra Psicológica para identificar a crescente e orquestrada campanha publicitária dos opositores de BOLSONARO. Com o destacado empenho de Grupos poderosos de nossa mídia , acusam-no de descaso e de ser responsável pelo aumento das queimadas , espontâneas e criminosas, na região Amazônica. A esquerda, como sempre, aproveita-se da questão ambiental para incrementar suas críticas .


Convém lembrar que a cobiça pelo riquíssimo território não é nova. Frequentes investidas de autoridades estrangeiras confirmam a assertiva :de AL GORE, ex -vice-presidente dos EUA, a histórica visita do Príncipe CHARLES , herdeiro do trono inglês à região, a presença do Rei da Noruega na área e os pronunciamentos de autoridades dos países que integram o G7,na última semana, de MACRON, ÂNGELA MERKEL, dos primeiros-ministros do Reino Unido e do Canadá , e de autoridades Irlandesas e da União Europeia revelam a ofensiva dessas nações desenvolvidas sobre as imensas potencialidades da área.

Acusam o governo BOLSONARO de descumprir acordos internacionais , com opiniões de conteúdo estranho , cujo teor tangencia aspectos da soberania brasileira sobre a região. Ameaçam revogar acordos comerciais , envolvendo setores fundamentais da economia brasileira e de membros do MERCOSUL, colocando como preferencial o tema para ser discutido na reunião do G7 que ocorre em BIARRITZ , elegante cidade litorânea francesa.

Divido com os leitores as preocupações de colegas com experiência e conhecimento em assuntos amazônicos. Destaco, entre eles, o General LESSA, Comandante Militar da Amazônia até 1998 que , em vários artigos trata do delicado tema, comentando perigosas intenções de BALCANIZAÇÃO DA AMAZÔNIA. Na mesma vertente, o Coronel Reformado GÉLIO FREGAPANI e o General SANTA ROSA, atual Secretário Especial de Assuntos Estratégicos, de maneira similar , advertem e sublinham , há longos anos, discutíveis sugestões , envolvendo interesses e a cobiça internacional sobre a delicada questão.

“ O problema está muito além dos mercados para os nossos produtos. Projeto perverso , encobre veladas posturas de países poderosos, , que tentam vender a idéia de gestão compartilhada da região - um protetorado de países independentes - com o frágil argumento de que o assunto é do interesse de todo o planeta. O que está em jogo, na realidade, são as riquezas e as fragilidades da região: os mananciais de água, as jazidas de minerais nobres, a exuberância vegetal, o subdesenvolvimento político, a corrupção, a educação e o modesto desempenho das funções básicas do Estado”.

Sublinho, por oportuno, o vigoroso pronunciamento do Comandante do Exército Brasileiro, General EDSON PUJOL, proferido nas comemorações do Dia do Soldado,deste ano, em Brasília. Sua excelência deixou bem clara a posição dos integrantes do Exército de Caxias: “ “A soberania da Região Amazônica é inegociável.”

“ Árdua é a tarefa de desenvolver e defender a Amazônia. Muito mais difícil , porém, foi a de nossos antepassados de conquistá-la e de mantê-la”. General Rodrigo Otávio Jordão Ramos
General Reformado Carlos Augusto Fernandes dos Santos-Porto Alegre-25/08/2019

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