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Categoria: Diversos
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Calados e atentosHoje pela manhã, regressou à Brasília o Cel Ustra, acompanhado da esposa,  Jô, após ter sofrido o constrangimento de um processo em São Paulo, promovido pelos ex-terroristas Maria Amélia e Cézar Teles, juntamente com seus filhos Janaína e Edson Teles.  No aeroporto foram recebidos, aplaudidos e cumprimentados por mais de  uma centena de colegas, solidários e revoltados com a farsa montada pela  escória bolchevista que, ainda chafurda na espuma fedorenta do esgoto da  história.

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Consoante com suas tradições de traição e falsidade, não propuseram uma ação isenta em defesa ou ressarcimento de situações que pudessem julgar injustas, como seria de seu pleno direito. Não. Não foi isso o que tentaram fazer. Objetivos, claros, foram outros.


Já em São Paulo, na iminência de comparecer ao tribunal, o advogado do Cel Ustra descobriu que os acusadores haviam requerido ao juiz a dispensa de depoimento do acusado, o que foi aceito pela autoridade. Fica então claro que não havia intenção de esclarecer fato algum. Nem teriam tais elementos a coragem de enfrentar as verdades que o nosso colega, por certo, iria apresentar.


Descoberta a trama, o advogado solicitou ao Cel Ustra que permanecesse em seu escritório aguardando nova orientação, já que, não havendo depoimento, razões não existiam para o seu comparecimento.

 

De chegada ao tribunal, o advogado deu-se com a presença de dezenas de militantes comunistas, acompanhados de repórteres munidos de câmeras e microfones, prontos para encenar um tumulto, armar escândalos e praticar atos de vandalismo, com a intenção clara de agredir e desmoralizar, não só o Cel Ustra, como, e principalmente, a instituição militar.


O advogado tirou cópias do documento que dispensava o depoimento e as distribuiu para os órgãs de imprensa presentes no local, justificando a ausência do Cel Ustra. Terminou assim a apresentação do circo armado, dispersando-se trapezistas e palhaços.


É importante acrescentar que, mesmo tendo as acusações referido-se a período em que o coronel exercia função em órgão militar e, portanto, agindo sob ordens estritas de seus superiores, o Exército, na pessoa de seu atual Comandante, negou qualquer apoio, eximindo-se de intervir no assunto, o que absolutamente não condiz com as tradições de responsabilidade, coragem e dignidade que sempre foram galardão e orgulho maior dos verdadeiros militares.


Dia 21 de novembro, às 12:00 hs será realizado em Brasília um grande almoço de confraternização, ocasião em que o Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra será homenageado por militares das três forças.

Estamos calados e, como sempre, disciplinados. Mas, não estamos dormindo.

 

Roberto H.F.Fonseca - Cel Art R1