Bolsonaro: O estadista da coragem, da liberdade e do povo
Jornal da Cidade - 24/05/2020 às 11:36
“Se a liberdade de expressão for removida, então, mudo e silencioso, seremos levados, como ovelhas ao matadouro.” George Washington
A bala de prata falhou. A expectativa de que o vídeo da reunião ministerial ao ser liberado causaria o fim do governo foi frustrada. Para a tristeza de uma massa de jornalistas, na verdade, panfletários e propagandistas da desinformação e mentira, o vídeo se tornou a maior propaganda eleitoral já realizada.
Bolsonaro se engrandece diante do seu eleitorado e, inclusive para aqueles que ainda o viam como mais do mesmo, agora, se converte em uma definição visível e audível do que é ser um estadista.
Diante de seus ministros foi enfático e claro ao afirmar não pesar a reeleição como um elemento que norteia suas ações.
O amor pela pátria foi sentido quando expressou querer um país onde seja possível haver a liberdade de expressão e manifestação. Aqui vemos a abnegação e o patriotismo postos na mesa.

Para covardes, sofisticados e homens de geleia movidos pelo ego e ambição, o tom da reunião e o vocabulário utilizados soam indignos de um presidente e ademais ferem o decoro e a sutileza que devem ser inerentes a tal posição.

São uma massa fraca, desprovida de força e audácia para expressar verdades, talvez, nem mesmo saibam distinguir verdade de mentira. Bolsonaro deixou claro o que era esperado por conversadores, cristãos e cidadãos honestos: O politico é, antes de tudo, um servo do povo. Aqui está outra qualidade típica de grandes líderes: sinceridade.

Com tantas ditaduras surgindo por todo Brasil, cidadãos sendo presos, liberdades individuais sendo cerceadas, o presidente ousou dizer o que por muito tempo a esquerda nos obrigou a silenciar e esquecer:

“Por isso que eu quero ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme! Que é a garantia que não vai ter um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui! Que é fácil impor uma ditadura! Facílimo! Um bosta de um prefeito faz um bosta de um decreto, algema, e deixa todo mundo dentro de casa. Se tivesse armado, ia pra rua. E se eu fosse ditador, né? Eu queria desarmar a população, como todos fizeram no passado quando queriam, antes de impor a sua respectiva ditadura”.
Por muito tempo tivemos governantes que roubaram do povo o seu devido protagonismo e o deixaram a mercê de decisões arbitrarias, ditatoriais e inquisitoriais.

Como o brilhante livro, Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento, de Flavio Quintela e Bene Barbosa, afirma:

“A palavra mais apropriada para descrever os propósitos de governantes despóticos é dominação. E para que um homem possa dominar outros homens, uma única coisa é necessária: vantagem de força. Foi assim em toda a história da civilização, e continua sendo assim hoje. Desta forma, para que um governo possa ter certeza de que não haverá levantes e nem insurreições da população, uma medida é imprescindível: tirar as armas dessa população, tirar dela todo o poder bélico que poderia ser usado contra o governo, deixando-a completamente impotente e sem chances de se defender.”
Uma ditadura deseja controlar a informação, para ditar o que deve ou não ser dito pelo povo. Um governo fascista caça cidadãos como se fossem criminosos. Um estado totalitário necessita de obter controle sobre as mídias sociais, restringir o acesso à internet e, ademais, perseguir a imprensa. Tudo isto é o que o presidente tem lutado para não ser implantado pela esquerda e esta “nova direita” cheia de sofisticação, fala mansa e que luta pelo poder acima de tudo.

Não vi no vídeo um mito e sim um estadista. O herói que tanto pensa na biografia se calou e não buscou proteger o povo brasileiro, ao contrário, ao não se posicionar em defesa da liberdade, consentiu com todo o terror que está sendo implementado. Grandes líderes calam a boca de egocêntricos e meninos birrentos, assim foi no passado e é agora.

Sempre haverá pontos que conservadores genuínos criticarão como também reais patriotas e isso sempre será o lembrete que o poder emana do povo. A eterna vigilância é o preço para garantir que nunca seremos escravizados.


Carlos Alberto Chaves Pessoa Júnior
Professor. É formado em Letras pela UFPE.

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