Jornal da cidade - 13/07/2020 às 09:54

Quer dizer, na “rachadinha” que promovia, o MBL ficava com 100%.

Algo jamais visto em esquemas desse tipo.

Haja criatividade.

Aliás, a maneira como a verba era repassada, é outra inovação espetacular.

As doações eram feitas durante transmissões de vídeo do movimento pelo YouTube e, segundo o promotor Marcelo Batlouni Mendroni, tinham o objetivo de ocultar a origem da doação.

“Os pagamentos efetuados via Superchat são muito menos rastreáveis no que tange à origem do dinheiro – há diversos vídeos no Youtube mencionando a possibilidade de doações por meio de compra de cartões pré-pagos, facilitando eventual prática de lavagem de dinheiro”, diz o pedido de prisão e bloqueio de bens do empresário.

O MBL nega.

Aguardemos...

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